Crenças limitantes: O que são? Como superá-las e reprogramá-las?

Em 06.04.2017   Arquivado em Auto ajuda, Destaque, Dicas, Espiritual, Reflexão

Eu estava pesquisando sobre crenças limitantes e eu resolvi compartilhar aqui com vocês. Eu quero aplicar estes conhecimentos na minha vida e tirar estas crenças que me limitam.

A primeira vez que eu ouvir falar de crenças limitantes foi num vídeo da Flávia Melissa (acesse o canal dela aqui). Mas faz alguns anos então eu não consigo me lembrar que vídeo foi. Mas eu achei bem legal.

Esses dias eu estava pensando sobre isso e resolvi dar uma pesquisada novamente, porque eu não me lembrava bem como funcionava a questão das Crenças limitantes e não sabia como podia deixar de tê-las ou como eu poderia revertê-las. Eis que surgiu a ideia deste post.

O que são Crenças limitantes?

São crenças que obtivemos em algum momento da nossa vida e que determinam nossos atos. Atos estes que podem nos impedir de realizar determinadas ações que nos trariam algum tipo de benefício, impedindo uma melhora na nossa qualidade de vida.

As crenças limitantes podem se formar em qualquer período da vida, mas elas são mais comuns de serem formadas na infância, quando ainda estamos aprendendo sobre o mundo e descobrindo quais são as nossas verdades. Nós somos moldados pela sociedade a nossa volta. Nossos amigos, colegas, pais e mães, professores e a própria mídia nos influenciam e vão moldando nossa forma de pensar.

Algumas dessas formas de pensar ou pensamentos e ideias que nos foram “jogadas” permanecem conosco até hoje, mesmo que você não se dê conta. O problema é que algumas desses crenças acabam por trazer malefícios, impedindo nossa vida de fluir. Estas são as crenças limitantes.

Estas crenças também podem surgir a partir da sua própria experiência, não apenas da influência dos outros. Você passa a acreditar que algo não é possível porque você não conseguiu atingir tal meta alguma vez, ou mais de uma vez. Então você cria a crença de que você não é bom naquilo. E você se auto-sabota sem perceber.

Descubra suas crenças limitantes

Okay. Já sabemos o que são as crenças limitantes. Agora temos que descobrir QUAIS são as NOSSAS crenças limitantes. Vamos lá?

Faça esse exercício comigo, pois eu também quero descobrir ! Estamos juntos nessa.

Como podemos descobrir? O que pode nos ajudar neste processo?

Precisamos pensar a respeito. Não tem outro jeito. Precisamos refletir e meditar. E meditar nada mais é do que olhar para si mesmo. A partir de várias leituras e dicas sobre o assunto eu montei um “passo a passo” que me ajudou a iniciar este processo de reflexão e que vi que pode dar certo.

  1. Pense nos seus objetivos. O que você quer para você? Para a sua vida familiar, financeira, amorosa, para o seu trabalho? Qual o seu maior objetivo? O que você mais quer nada vida?
  2. Quais são os tipos de pensamento que surgem quando você faz estas perguntas para você mesmo? É nesse momento que podem surgir pensamentos do tipo: “mas eu não tenho como fazer isso porque … bla bla bla”. E você inventa alguma desculpa porque não pode aquele determinado objetivo.
  3. Observe estes pensamentos, principalmente a desculpa que você deu para não alcançar aquele objetivo e anote numa folha de papel.
  4. A desculpa que você deu provavelmente é uma crença limitante.

Eu fiz só um pouquinho desse exercício e já detectei uma crença limitante. Vou sentar e continuar fazendo! Faça você também junto comigo!

Reprogramando suas crenças limitantes

 

Agora que você já sabe quais são suas crenças você tem o poder de mudá-las.

  1. Não deixe a negatividade prevalecer. 

Toda vez que você se perceber pensando de acordo com a sua crença limitante, dando desculpas do tipo “não posso” ou “não consigo” pare e reverta o pensamento para o lado positivo. Pense “eu posso”, “eu consigo”.

Eu sou pianista e quando eu começo a ler uma nova música eu preciso repeti-la trocentas vezes até que ela fique boa. Preciso fazer diversos movimentos com a mão e os dedos até que o movimento se torne automático. Quando eu tenho que alterar alguma coisinha, vamos dizer, tocar uma nota com outro dedo (que parece ser um detalhe bobo mas não é), eu vou ter que repetir mais trocentas vezes para conseguir alterar a maneira que eu tocava antes. Porque meu cérebro já assimilou tocar com o outro dedo do outro jeito. Se eu mudo o dedo ele precisa receber a nova informação várias vezes para se adaptar e depois então ficar no automático novamente.

E é exatamente isso que vai acontecer quando você for reprogramar suas crenças limitantes. Quando você pensar em algo novo e positivo você vai ter que repetir isto muitas vezes. Você precisa reprogramar seu cérebro e nada melhor do que a repetição para isso. Tenha paciência. Você tem que reprogramar anos que seu cérebro ficou pensando de outra forma. Você deve substituir a crença limitante por um crença enriquecedora.

       2. Antes de dormir ou qualquer outro momento que você esteja se sentindo bem e relaxado, feche os olhos e mentalize seu novo modo de pensar.

Se imagine num novo ambiente e torne real na sua mente que você já pensa diferente. Tenha certeza que que mais tarde, com paciência, você deixará apenas de imaginar e isso se tornará real para você também.

Eu refleti sobre estes passos mas ainda não tive tempo de colocá-los 100% em prática, até porque quero descobrir mais crenças limitantes para mudá-las. Irei por estes exercícios em prática pois são tipos de exercícios que eu já venho tentando praticar há algum tempo mas sem ter noção da questão das crenças limitantes. Eu simplesmente tentava aplicar pensamentos positivos, mas eu não conseguia seguir fortemente e logo abandonava os exercícios. Mas agora quero fazer bem consciente e aplicá-los de maneira correta e regular! Me acompanha nestes exercícios?

Descubra as origens das suas crenças limitantes

Este passo eu encaixaria logo após o passo de descobrir quais são minhas crenças limitantes. Mas isso não impede de você continuar se questionando enquanto está no processo de reprogramar suas crenças. Não é algo fixo. Você deve se sentir confortável no processo inteiro.

E por exemplo. A meu ver, pode ser que eu mude a minha crença mas ainda assim não consiga descobrir qual foi a origem dela… Afinal a maioria delas foram obtidas na infância e a memória nem sempre ajuda. Talvez eu tenha que recorrer a amigos ou familiares para me ajudarem a lembrar do passado e me ajudarem a refletir o que pode ter influenciado nessas minhas crenças. Mas também pode ser que eu nunca descubra.

Mas nesse processo vi que devemos nos questionar sobre quem nos disse que não podíamos fazer determinada coisa. Vem algo na sua mente? Infelizmente na minha não… Gostaria de saber onde começou.

Mas também podemos mudar sem saber da origem dela. Podemos pensar “alguém me falou isso, mas não é verdade. Não preciso mais pensar assim”. Ou “Isso aconteceu há muito tempo. Naquela época eu não consegui fazer aquilo e achei que nunca mais poderia fazer”. Mas porque eu nunca mais poderia fazer? Converse consigo mesma e tente entender para onde a sua mente está te levando. Questione-se e tente alterar os pensamentos para a forma mais positiva possível.

Persista nestes exercícios. Mais para frente farei outro post sobre o assunto falando da minha experiência com estes passos citados aqui. Você me acompanha nessa? 

Memórias dos meus primeiros blogs

Em 04.04.2017   Arquivado em Pessoal

Este post vai ser um pouquinho diferente, ele faz parte de uma gincana que estou participando. A gincana foi uma iniciativa de um grupo de interação do Facebook, chamado “United Blogs”.

Então… Se vocês clicarem na aba “O blog” vão ver que eu já falei um pouquinho dos meus primeiros anos de blog por lá. Clique aqui para ver a página.  Mas aqui vou falar mais detalhes. Eu comecei a blogar lá pelo ano de 2005, quando eu estava na quinta série e tinha 11 aninhos… Se eu não me engano meu primeiro blog se chamava “girassolgabizinha“.  Hahaha  que nome ein? Mas meu próximo nome de blog foi pior ainda rsrs Veja mais à frente.

 Nessa época eu costumava publicar mais sobre a minha vida, como um diário.  Mas nem escrevia muito. Lembro de compartilhar gifs e criar as famosas “Dolls maker”. Adorava brincar com aquilo hahaha

Eu passava também muito tempo fazendo novos layouts para o meu blog. Mudava demaaais. Não parava quieta, mudava se duvidar de mês em mês. E naquela época era bem comum os layouts terem pessoas famosas como tema.

Eu também costumava postar mensagens de inspiração para o dia a dia, feitas em gif. Mal feito mas fazia, achando que estava arrasando rs

Eu achei uma imagem que era de um antigo gif que eu fiz para o meu primeiro blog. Eu não achei o arquivo em gif então vai ser apenas a imagem mesmo. Criei coragem e resolvi  postar aqui (mesmo que vocês tenham vergonha alheia por mim hahaha)

E aí  miguxos, o que acharam? Hahaha  Posso ficar com vergonha agora ? :X

Acho que esta imagem abaixo também foi da mesma época. A imagem também era um gif, mas não tenho o arquivo original. O gif era de Harry Potter, é  claro hehe 

Até que esse está bonitinho, não é  gente? Hahaha <3 Esses são os arquivos que encontrei do meu primeiro blog.

 

Meus outros blogs

O meu segundo blog foi o “gabikakinha.zip.net”. Sim. Que tristeza de nome. Graças a minha mãe e irmãos que me alertaram com o que o nome do blog parecia remeter eu mudei de nome rs  Acho que o próximo nome foi “pmaniaca.zip.net” de Potter Maníaca. Depois foi “pottergabi.zip.net”. Dois nomes seguidos que tinham a ver com Harry Potter.

Depois foi “gabi-lives” e depois “dreams-love.zip.net”. Isso tudo na época do uol blog, o famoso .zip.net. Depois me afastei um pouco de blogs e anos mais tarde quando voltei para esse mundo fui parar no Blogger.  Mas aí não lembro dos nomes que tive… Porém comecei a manter mais o blog, sem ficar trocando de layout toda hora haha  os posts  também já estavam diferentes. Eu já era mais velha e escrevia melhor. Não escrevia apenas o blog como um diário,  já comecei a escrever temas de meu interesse. Mas eu não postava com uma certa regularidade e ficava tempos sem escrever e voltava do nada.

Bom. Abaixo eu coloco uma “coletânea” de layouts que eu fiz para esses meus antigos blogs que comentei acima. Divirtam-se hahaha

 

 

Hahahaha o que acharam ? Sentiram um pouco de nostalgia daqueles tempos?  Haha Eu senti ! Saudades daquele tempo *-* Era tão gostoso e divertido.  Os blogueiros interagiam mais entrei si na blogosfera.

E vocês?  Há quanto tempo blogam?   E se não blogam há quanto tempo acompanham blogs?  Lembram dessa época?

Produtividade Máxima – Tamara Myles (Resenha)

Em 01.04.2017   Arquivado em Auto ajuda, Destaque, Resenha

Produtividade - ResenhaProdutividade Máxima: Como assumir o controle do seu tempo e ser mais eficiente
Tamara Schwambach Kano Myles

Muitas vezes chegamos ao fim do dia com a sensação frustrante de que não conquistamos nada significativo, de que deixamos de lado o que realmente importa. E pior: sem saber ao certo como gastamos nosso tempo. No entanto, algumas pessoas conseguem realizar tudo (ou quase tudo) o que desejam. Essa capacidade de organização não se deve a um talento inato, mas sim a uma habilidade que pode ser desenvolvida. Com seu sistema da Pirâmide da Produtividade Máxima, Tamara Myles vai ajudar você a assumir o controle da sua vida, de modo que cada tarefa, por mais simples que pareça, seja capaz de contribuir para a realização dos seus maiores objetivos (…)

Onde comprar: Amazon   Saraiva  Cultura

Resenha Produtividade Máxima

 

A capa e o título deste livro chamaram logo a minha atenção quando eu estava vasculhando os livros na estante das Americanas.
O livro caiu como uma luva para mim, bem no momento que eu estava precisando. Ando muito desorganizada espacialmente, então esse livro veio num momento ótimo para me ajudar neste quesito.
A autora inicia o livro falando que ela queria um método fácil e prático para explicar sobre o tema “Organização e Produtividade”. Então enquanto conversa com o marido dela, ele sugeriu para ela a ideia de explicar o tema a partir do conceito da Pirâmide de Maslow.
pirâmide de maslow

Pirâmide de Maslow

A Pirâmide de Maslow foi idealizada e proposta por Abraham Maslow em 1943. A partir de pesquisas, ele percebeu que há uma ordem de necessidades a serem realizadas pelas pessoas antes que elas estejam dispostas a realizar as necessidades do nível seguinte. Ele representou estas necessidades pela Pirâmide de Maslow, onde os níveis mais baixos são os que são realizados primeiro, subindo de nível de baixo para cima, até chegar ao topo da pirâmide. Os primeiros níveis da pirâmide são as necessidades mais básicas do ser humano, começando de baixo para cima temos : Necessidades fisiológicas (nível 1), Segurança (nível 2), Afeto/Convívio social (nível 3), Autoestima  (nível 4), Realização pessoal (nível 5).
Neste conceito nós só avançamos para o próximo nível quando o nível anterior teve sua necessidade satisfeita ou realizada.

Com base nisto, ela substituiu os nomes dos níveis dados para a Pirâmide de Maslow e criou outra pirâmide com o mesma lógica para explicar sobre os níveis de produtividade máxima.

pirâmide da produtividade máxima

Após esta explicação temos um teste que você deve responder que mostra qual o nível de produtividade que você se encontra para então poder subir de nível (lembrando que é do nível mais baixo para o mais alto, subindo até o topo da pirâmide). A autora dividiu praticamente por capítulos cada nível da pirâmide. Então dependendo da resposta do seu teste, você começa a ler o livro em determinado capítulo. Mas é claro que você pode ler o livro do início ao fim, tanto que a autora enfatiza que sempre é bom rever todos os níveis de produtividade pois sempre podemos nos reorganizar ou aprender mais coisas.
Quando você sobe no nível da pirâmide, não significa que você não vá e não possa voltar para os outros níveis para se reorganizar.

Organização Espacial

Logo que eu terminei de ler o livro eu já comecei a me organizar espacialmente. Quis deixar tudo bonitinho, procurei caixas para organizar minha estante, joguei coisas fora… E agora só falta uma parte do meu armário para organizar, que são minhas pastas e papel. A parte mais complicada .

Para a nossa felicidade a autora da dicas para organização dos papéis. Ela fala dos  três “Rs” da triagem de papéis acumulados: reciclar, reter e resolver.
Ela explica cada um deles e no item “resolver” ainda nos dá diferentes sugestões de tipos de arquivamento de documentos.
Eu geralmente faço uma limpa no meu armário de 6 em 6 meses. Mas sempre me desorganizo no meio desse intervalo de meses. Mas compreendi porque isso acontece… Como a autora diz no livro: Muitas vezes somos desorganizados porque determinado sistema de organização não está funcionando com a gente.

Com base nisso eu concluí que esse é o meu caso. Minhas pastas ficam muito longe de mim, não tenho acesso fácil a elas. Então eu relaxo e não mantenho tudo sempre organizado. Então bati minha cabeça pensando em um novo sistema e vou reorganizar tudo,  comprando um móvel pequeno com espaço para pastas suspensas (mini arquivo).

Depois deste item de organização espacial partimos para organização eletrônica. E eis aqui outro grande problema meu… Não queira ver meu desktop e meus e-mails rs Pretendo começar a me organizar eletronicamente esta semana antes de terminar a parte espacial pois dependo da compra do meu mini móvel/arquivo para terminar de me organizar. Para não ficar parada já vou ver minhas pastas e e-mails no computador.

Conclusão

produtividade maxima Foto por Gabriela Mitozo

Devo confessar que esse livro me empolgou bastante. Este tipo de livro é daqueles que você deve sempre ter na sua cabeceira e que você sempre vai reler para se atualizar. Ele não é daquele estilo de auto ajuda que enrola. Acho que li em uma semana ou menos.
O que eu gostei neste livro é que ele realmente dá dicas produtivas para os problemas de organização. A autora fala de métodos e dá dicas que vão direto ao ponto. Muitos livros deste estilo não ajudam de fato, mas apenas discorrem exemplos de outras pessoas que passaram por um processo de organização. Ela também cita exemplos, mas com certeza não é o foco.

Os próximos níveis eu vou me aventurar apenas quando eu estiver bem organizada nos anteriores. Eu li todo o livro, mas quando eu for subindo de nível vou sempre reler os capítulos para pegar as dicas quentinhas.

Mas também percebi que tem coisas nos outros níveis que eu já faço. Como na questão de gerenciamento de tempo, mas o que me impede de ser produtiva nele é minha desorganização espacial e eletrônica. Então esse também foi um dos motivos que me deixou empolgada, porque percebi meus pontos fortes e fracos.

Às vezes já sabemos inconscientemente sobre esses nossos defeitos ou probleminhas de organização, mas até vermos algo ilustrado e escrito na nossa frente não nos damos conta realmente ou não damos o devido valor que aquilo tem. E muitas vezes pulamos de nível em nível sem dar atenção ao anterior. E isso nos atrapalha, mas não nos damos conta.  Por conta disso eu dei nota 5 para o livro. É um livro produtivo, que nos leva direto ao assunto e nos instiga a nos organizarmos melhor. Um dos melhores que li nesta linha e na sua categoria.

E você ? Como é sua organização? O que achou deste livro? Curioso para ler e botar as dicas em ação?

Resenha: A Bela e a Fera (2017)

Em 24.03.2017   Arquivado em Cinema, Destaque, Dicas, Resenha
A Bela e a Fera (2017) - Imagem de divulgação

A Bela e a Fera (2017) – Imagem de divulgação

E chegou a tão aguardada resenha do tão aguardado filme “A Bela e a Fera” da Disney, estrelado pela Emma Watson.

Se você já me acompanha há algum tempo aqui no blog sabe que eu já fiz uma resenha sobre outro filme da Bela e a Fera, um filme francês de 2014, estrelado por ” Léa Seydoux”. Um filme ótimo,  você pode ver a resenha clicando aqui.

Bem, a Bela e a Fera é  meu filme de princesas favorito da Disney . Eu amo o fato da Bela ser assim interessada por livros, como eu haha E eu acho lindo o ensino que o filme trás,  sobre gostar ou amar alguém para além das aparências. E minha cor favorita é  amarelo,  então não preciso nem dizer que amo o vestido da amarelo da Bela, né?

Sinopse A Bela e a Fera (2017):

A Bela e a Fera (2017)
Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela tem o pai capturado pela Fera e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade do progenitor.
No castelo ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é na verdade um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana.

 

Resenha

Para começar, o filme é maravilhoso e extremamente fiel à animação da Disney de 1991. Isso para mim e para a maioria das pessoas é um ponto super positivo. Você quer sentir a nostalgia, os sentimentos e a lembrança de quando você assistiu o filme anos atrás. Para isso a história tem que ser fiel. E essa era a proposta. De filmes e histórias  diferentes da Disney já tem outras produções, muito boas por sinal,  como o longa francês de 2014 que já mencionei lá em cima.

O filme, bem como animação também é um  musical, então você escuta as músicas e já quer sair cantando junto, porque sim, você lembra das letras,  mesmo que apenas em português. O figurino também é lindo e maravilhoso <3

Temos também o acréscimo de algumas cenas, o que torna o filme mais longo que a animação.  Cenas estas que são maravilhosas e só tem a acrescentar no filme.

Vai rolar um pouco de spoiler, só clique  se você já viu o filme ou se não se importa de saber detalhes antes de assistir.

Comentário com SPOILER, clique por sua própria conta e risco!

Temos a cena inicial mostrando o príncipe num baile e a feiticeira chegando e lhe amaldiçoando.  Na animação a história inicial é  contada apenas por meio de imagens paradas mostradas nas folhas de um livro.

Temos a cena da Bela visitando à sua antiga casa em Paris. Nesta casa ela viveu apenas quando era um bebê. Lá descobrimos o que aconteceu com a sua mãe, que morreu pela peste negra.

Efeitos especiais

Na minha opinião os efeitos especiais não deixaram  nada a desejar,  pelo contrário.  Os objetos inanimados, agora animados haha foram bem feitos. A sequência do filme em que os personagens estão servindo o jantar para a Bela, onde há a música  “Be our guest” ou ” À Vontade” em português,  foi muito bem produzida.  É  uma cena difícil de ser feita!

 

Para mim ela tem certa  similaridade com aquela cena do filme da Disney do Aladdin (1992), onde o gênio se apresenta na caverna , brilhante <3 cena igualmente  ou até  ainda mais difícil de ser reproduzida num filme.

 

 

A Fera também achei impecável e bem parecida com o original. A única coisa que me pergunto é: Será que eles não poderiam ter feito o Lumiere (Candelabro) com as feições mais parecidas com a do desenho? Acho que isso não é complicado de fazer.  Mas eles optaram por não deixar ele com cara de vela e fizeram ele numa versão de homenzinho, como se fosse um detalhe do candelabro.

A Bela e a Fera (2017)

Outro que me agoniou um pouco foi a Sra. Potts  (bule), que está bem diferente da animação. Acho que a computação gráfica podia ter melhorado e deixado mais parecido os detalhes dela. O nariz dela no desenho é o bico da chaleira, já no filme os olhos,  boca e nariz são todos desenhados, que agonia haha. Mas claro que isso não é  muita coisa . Mas é  um detalhe.

A Bela e a Fera (2017)

Mas depois me peguei pensando porque eles teriam feito dessa forma, e presumi que as características que eles recriaram nesses objetos animados foi feito de uma forma a deixar eles mais parecidos com objetos do mundo real. Mas isso é só uma hipótese.

 

Atores

A Bela e a Fera (2017) - Imagem de divulgação

A Bela e a Fera (2017) – Imagem de divulgação

Emma Watson,  linda e maravilhosa atriz de quem sou fã há muito tempo porque sou viciada em Harry Potter… haha Quando eu soube que ela iria representar a Bela meu coração palpitou  e eu amei <3 ela ficou muito  bem de Bela. Eu estava louca para vê-la cantando e ela não me decepcionou.  Muita gente disse que ela não dublou bem as músicas mas eu não concordo,  não vi nenhum problema o. O

Mas não acho que é se seja o melhor dos melhores trabalhos da Emma, e falo isso com todo o amor do coração no mundo. Admito que achei ela um pouco presa, as vezes senti que ela precisava se soltar mais . Ficar mais sonhadora. Mas isso não me faz amar menos  a Bela ou a Emma ou o filme.  E muitas vezes esses detalhes que falei devem ser vistos pelo diretor, que não observou isso.

atores 2

Mas de qualquer forma eu amei a Emma como  Bela. A gente não nasce sabendo e fazendo tudo perfeito, né? As coisinhas que ela poderia ter feito melhor ela aprende com o tempo <3 E venhamos e convenhamos,  ela é perfeita pro papel . Muita gente diz que ela  escolheu errado, que deveria ter aceitado “La La Land” ao invés de ” A Bela e a Fera”. Eu discordo totalmente, ela combina muito mais com esse filme.  Só por causa que a Emma Stone (muito divina também por sinal) ganhou o Óscar?  A Emma mesma disse que não se importa com ganhar o Óscar ou não,  contanto que ela faça algo que ela gosta.

A Fera também não decepcionou, com o ator “Dan Stevens”, junto com a  computação gráfica.  Ele me convenceu totalmente. É  engraçado,  acredite ou não , quando eu era criança eu sempre gostei mais da Fera como Fera do quê como príncipe haha sempre que ele se transformava em príncipe eu achava ele feio rs ele tinha um pé bem grande e estranho kkk Ainda não decidi porém como me sinto sobre a Fera quando se transforma em príncipe no longa.

Destaques do filme

O grande destaque deste filme, porém,  na minha humilde opinião, foi do ator “Luke Evans”, como Gaston. Meu Deus,  o que foi essa atuação mais que perfeita ? Ele encarnou o personagem, se duvidar até melhor que a versão da animação.  Palmas e prêmios para ele!! E que voz  ein! Mas quem não lembra dele, ele já participou do terceiro filme da trilogia “O Hobbit”.

A Bela e a Fera (2017) - Imagem de divulgação

A Bela e a Fera (2017) – Imagem de divulgação

Outro que também merece destaque é  o ator “Josh Gad ” que interpretou o Le Fou. Também adorei a atuação e a voz dele ! Depois vamos falar lá na frente sobre a controvérsia que rolou sobre esse personagem,  do fato de a Disney ter insinuado super ultra e mega discretamente que ele é  gay.

A cena na taverna deste dois atores cantando foi simplesmente  brilhante <3

 

Batendo de frente com as críticas

Vi uma imagem circulando no Facebook onde a Bela era retratada como a Fera (Imagem abaixo), ou seja a história seria ao contrário.  Então as pessoas estavam questionando  “ah, e se a Bela fosse a fera? O príncipe ia gostar dela? “. Eu digo, IA SIM.

A Bela e Fera (2017)

Autor desconhecido!

A feiticeira justamente amaldiçoou o príncipe porque ele não se preocupava com os outros e ele julgava todos pela aparência.  Então ele teve que aprender da maneira mais difícil para mudar isto. Porque é justamente isso que trata a Bela e a Fera. O aprendizado do príncipe em perceber o que realmente importa.

E se formos inverter os papéis então temos que inverter tudo. Ou seja, a Bela teria que ter as mesmas características iniciais que o príncipe  tinha na versão original e o príncipe teria que ter as características da  Bela. Ela também teria que se preocupar com as aparências  e aí então feiticeira lhe lançaria a maldição e ela aprenderia o ensinamento.

Eu entendi o questionamento das pessoas, mas não concordo.  Sou feminista e acho que estão distorcendo o significado do filme. Porque ele justamente busca quebrar a questão do padrão de beleza exterior.

Sobre o Le Fou.

A Bela e Fera (2017)

Que escândalo ridículo sobre este personagem ser gay ou não.  É  muito, mas muito discreto, não sei nem se eu teria percebido se não tivessem falado. Tem uma cena de um segundo mais para o fim que aparece o Le Fou dançando com um outro cara.  Eu nem vi isso, quem viu foi meu irmão aí ele me falou.  Vou ter que prestar atenção quando eu assistir de novo.

Síndrome de Estocolmo

Outra crítica que andaram fazendo foi de que a Bela teria Síndrome de Estocolmo. A Síndrome de Estocolmo é uma síndrome onde as vítimas de um sequestro passam a se identificar com seu sequestrador. Mas na minha opinião não é o caso da Bela. Ela mantém sua opinião forte a respeito da Fera, ela se impõe e até recusa a jantar com ele. Só depois quando ela é salva dos lobos por ele que ela se permite sentir alguma empatia. Na verdade ela não o deixa lá para morrer na floresta. Ela simplesmente é humana. Quem deixaria outra pessoa para apodrecer na floresta?

A Bela continua a bater de frente com a Fera, porque ela não aceita ele ser rude. Até que ele percebe que não pode ser a Fera para sempre, voltando a descobrir o ser humano que há tanto tempo ele perdeu dentro de si, e ainda se tornar melhor do que ele era. Com o resgate da parte humana dentro dele, ele passa a tratar a Bela melhor. A partir do momento que ele a trata melhor, obviamente ela também responde melhor a ele. Surge uma amizade.

A própria Emma Watson respondeu sobre essas acusações sobre a Síndrome de Estocolmo. Veja no player abaixo:

Mas enfim.  O filme merece nota 10. Espetacular e eu super, ultra indico. Está na minha lista mental de filmes favoritos. Vou até ver novamente no cinema. E você o que achou ? Já assistiu?  Compartilha aqui com a gente, adoro ler seus cometário *-*

Confira o trailer abaixo:

Aliados – Resenha

Em 16.03.2017   Arquivado em Cinema, Destaque, Dicas, Resenha
Aliados - Resenha

Imagem de divulgação – Aliados

Segunda Guerra Mundial. Espionagem. Amor. Traição. O filme “Aliados” tem tudo disso.

Eu amo filmes que se passam na Segunda Guerra Mundial. Então assim que eu vi o trailer de “Aliados” eu me interessei de cara.

Fiquei entusiasmada, mas vi críticas dizendo que seria um novo “Sr. e Sra. Smith”.  Eu não tenho nada contra esse filme estrelado pelo Brad Pitt e a Angelina Jolie (2005), mas aparentemente muita gente tem haha
Mas apesar de não ser contra, eu não estava esperando por um filme de ação do tipo Sr. e Sra. Smith, porque o próprio trailer  me mostrou uma pegada diferente, estava esperando um suspense.  No fim eu estava certa. “Aliados” não tem nada a ver com que as críticas que eu vi.

Em meio a um cenário de Guerra, os personagens, Max Vatan (Brad Pitt) e Marianne Beausejour (Marion Cotillard), ambos espiões desconhecidos até então um do outro, se encontram numa missão onde devem matar o embaixador nazista no Marrocos.

Durante esta missão ambos se apaixonam e acabam se casando depois na Inglaterra. O ponto de suspense e questão principal,  é quando mais tarde os chefes de Max lhe confrontam a respeito de sua mulher, alegando que na verdade ela é uma espiã alemã.

O filme se desenrola mais a partir daí, nos deixando na dúvida se Marianne Beausejour é realmente uma espiã alemã ou se esse argumento nada mais é que um teste de carreira para o Max.

Opinião – Aliados

Aliados - Resenha

Imagem de divulgação – Aliados

Na minha opinião o filme demora para chegar na questão principal da trama, o que consome praticamente metade do filme. O interesse do espectador é despertado novamente quando Max começa a desconfiar da esposa e ao mesmo tempo tenta provar que ela é inocente.

 Acredito também que ambos os atores poderiam ter sido melhor explorados pelo diretor. Seja explorando a característica pessoal de cada um, bem como o relacionamento deles como casal. A relação dos dois é “atropelada” por um pulo no tempo, de 3 anos, não mostrando o desenvolvimento de amor do casal.  Mas ainda assim a atriz Marion Cottilard dá um show de atuação, sempre gostei do trabalho dela. E aqui ela nos põe realmente em dúvida sobre que lado está, mas nós apenas saberemos no fim do filme. Sem spoilers aqui gente.

O desfecho da trama é muito bom e colabora para a qualidade do filme em si. O longa é ótimo, é interessante de se ver, te prende do início ao fim, apesar de ainda assim não ser uma produção do tipo memorável.

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