Categoria "Espiritual"

Crenças limitantes: O que são? Como superá-las e reprogramá-las?

Em 06.04.2017   Arquivado em Auto ajuda, Destaque, Dicas, Espiritual, Reflexão

Eu estava pesquisando sobre crenças limitantes e eu resolvi compartilhar aqui com vocês. Eu quero aplicar estes conhecimentos na minha vida e tirar estas crenças que me limitam.

A primeira vez que eu ouvir falar de crenças limitantes foi num vídeo da Flávia Melissa (acesse o canal dela aqui). Mas faz alguns anos então eu não consigo me lembrar que vídeo foi. Mas eu achei bem legal.

Esses dias eu estava pensando sobre isso e resolvi dar uma pesquisada novamente, porque eu não me lembrava bem como funcionava a questão das Crenças limitantes e não sabia como podia deixar de tê-las ou como eu poderia revertê-las. Eis que surgiu a ideia deste post.

O que são Crenças limitantes?

São crenças que obtivemos em algum momento da nossa vida e que determinam nossos atos. Atos estes que podem nos impedir de realizar determinadas ações que nos trariam algum tipo de benefício, impedindo uma melhora na nossa qualidade de vida.

As crenças limitantes podem se formar em qualquer período da vida, mas elas são mais comuns de serem formadas na infância, quando ainda estamos aprendendo sobre o mundo e descobrindo quais são as nossas verdades. Nós somos moldados pela sociedade a nossa volta. Nossos amigos, colegas, pais e mães, professores e a própria mídia nos influenciam e vão moldando nossa forma de pensar.

Algumas dessas formas de pensar ou pensamentos e ideias que nos foram “jogadas” permanecem conosco até hoje, mesmo que você não se dê conta. O problema é que algumas desses crenças acabam por trazer malefícios, impedindo nossa vida de fluir. Estas são as crenças limitantes.

Estas crenças também podem surgir a partir da sua própria experiência, não apenas da influência dos outros. Você passa a acreditar que algo não é possível porque você não conseguiu atingir tal meta alguma vez, ou mais de uma vez. Então você cria a crença de que você não é bom naquilo. E você se auto-sabota sem perceber.

Descubra suas crenças limitantes

Okay. Já sabemos o que são as crenças limitantes. Agora temos que descobrir QUAIS são as NOSSAS crenças limitantes. Vamos lá?

Faça esse exercício comigo, pois eu também quero descobrir ! Estamos juntos nessa.

Como podemos descobrir? O que pode nos ajudar neste processo?

Precisamos pensar a respeito. Não tem outro jeito. Precisamos refletir e meditar. E meditar nada mais é do que olhar para si mesmo. A partir de várias leituras e dicas sobre o assunto eu montei um “passo a passo” que me ajudou a iniciar este processo de reflexão e que vi que pode dar certo.

  1. Pense nos seus objetivos. O que você quer para você? Para a sua vida familiar, financeira, amorosa, para o seu trabalho? Qual o seu maior objetivo? O que você mais quer nada vida?
  2. Quais são os tipos de pensamento que surgem quando você faz estas perguntas para você mesmo? É nesse momento que podem surgir pensamentos do tipo: “mas eu não tenho como fazer isso porque … bla bla bla”. E você inventa alguma desculpa porque não pode aquele determinado objetivo.
  3. Observe estes pensamentos, principalmente a desculpa que você deu para não alcançar aquele objetivo e anote numa folha de papel.
  4. A desculpa que você deu provavelmente é uma crença limitante.

Eu fiz só um pouquinho desse exercício e já detectei uma crença limitante. Vou sentar e continuar fazendo! Faça você também junto comigo!

Reprogramando suas crenças limitantes

 

Agora que você já sabe quais são suas crenças você tem o poder de mudá-las.

  1. Não deixe a negatividade prevalecer. 

Toda vez que você se perceber pensando de acordo com a sua crença limitante, dando desculpas do tipo “não posso” ou “não consigo” pare e reverta o pensamento para o lado positivo. Pense “eu posso”, “eu consigo”.

Eu sou pianista e quando eu começo a ler uma nova música eu preciso repeti-la trocentas vezes até que ela fique boa. Preciso fazer diversos movimentos com a mão e os dedos até que o movimento se torne automático. Quando eu tenho que alterar alguma coisinha, vamos dizer, tocar uma nota com outro dedo (que parece ser um detalhe bobo mas não é), eu vou ter que repetir mais trocentas vezes para conseguir alterar a maneira que eu tocava antes. Porque meu cérebro já assimilou tocar com o outro dedo do outro jeito. Se eu mudo o dedo ele precisa receber a nova informação várias vezes para se adaptar e depois então ficar no automático novamente.

E é exatamente isso que vai acontecer quando você for reprogramar suas crenças limitantes. Quando você pensar em algo novo e positivo você vai ter que repetir isto muitas vezes. Você precisa reprogramar seu cérebro e nada melhor do que a repetição para isso. Tenha paciência. Você tem que reprogramar anos que seu cérebro ficou pensando de outra forma. Você deve substituir a crença limitante por um crença enriquecedora.

       2. Antes de dormir ou qualquer outro momento que você esteja se sentindo bem e relaxado, feche os olhos e mentalize seu novo modo de pensar.

Se imagine num novo ambiente e torne real na sua mente que você já pensa diferente. Tenha certeza que que mais tarde, com paciência, você deixará apenas de imaginar e isso se tornará real para você também.

Eu refleti sobre estes passos mas ainda não tive tempo de colocá-los 100% em prática, até porque quero descobrir mais crenças limitantes para mudá-las. Irei por estes exercícios em prática pois são tipos de exercícios que eu já venho tentando praticar há algum tempo mas sem ter noção da questão das crenças limitantes. Eu simplesmente tentava aplicar pensamentos positivos, mas eu não conseguia seguir fortemente e logo abandonava os exercícios. Mas agora quero fazer bem consciente e aplicá-los de maneira correta e regular! Me acompanha nestes exercícios?

Descubra as origens das suas crenças limitantes

Este passo eu encaixaria logo após o passo de descobrir quais são minhas crenças limitantes. Mas isso não impede de você continuar se questionando enquanto está no processo de reprogramar suas crenças. Não é algo fixo. Você deve se sentir confortável no processo inteiro.

E por exemplo. A meu ver, pode ser que eu mude a minha crença mas ainda assim não consiga descobrir qual foi a origem dela… Afinal a maioria delas foram obtidas na infância e a memória nem sempre ajuda. Talvez eu tenha que recorrer a amigos ou familiares para me ajudarem a lembrar do passado e me ajudarem a refletir o que pode ter influenciado nessas minhas crenças. Mas também pode ser que eu nunca descubra.

Mas nesse processo vi que devemos nos questionar sobre quem nos disse que não podíamos fazer determinada coisa. Vem algo na sua mente? Infelizmente na minha não… Gostaria de saber onde começou.

Mas também podemos mudar sem saber da origem dela. Podemos pensar “alguém me falou isso, mas não é verdade. Não preciso mais pensar assim”. Ou “Isso aconteceu há muito tempo. Naquela época eu não consegui fazer aquilo e achei que nunca mais poderia fazer”. Mas porque eu nunca mais poderia fazer? Converse consigo mesma e tente entender para onde a sua mente está te levando. Questione-se e tente alterar os pensamentos para a forma mais positiva possível.

Persista nestes exercícios. Mais para frente farei outro post sobre o assunto falando da minha experiência com estes passos citados aqui. Você me acompanha nessa? 

O poder das palavras

Em 01.10.2014   Arquivado em Espiritual, Pessoal
Terry Johnston via Flickr
    Vocês provavelmente já me viram falar aqui que eu “estou nervosa” que eu “estou ansiosa” ao invés de dizer “eu sou nervosa” ou eu sou isso ou sou aquilo. Isso tudo porque eu acredito no poder das palavras. Eu não estou falando de nada divino não, é simplesmente porque quando nós dizemos:
  • Ah, eu não consigo fazer isso,
  • Eu não sou capaz de ter sucesso,
  • Eu não posso alcançar a felicidade,
  • Eu sou doente,
  • Eu sou estressada,
  • Eu sou nervosa, 
  • Eu sou isso, eu sou aquilo, 
  • Não posso isso, não posso aquilo…
    Dentre MUITAS outras frases, pode ter certeza, mas certeza que as chances de que tudo isso que você afirma se tornem reais vão aumentar drasticamente.Sabe por que? Porque você acaba acreditando nessas palavras! Elas penetram no seu ser de uma forma que começam realmente a fazer parte do seu universo! Não, minto! VOCÊ acredita que elas fazem parte do seu universo! E o pior, não é só você não, as pessoas ao seu redor também acreditam, e elas acreditam fielmente e acabam por apenas te enxergar dessa forma.
    Isso é real, aconteceu/acontece comigo! Eu sempre fui uma pessoa que usava esse tipo de afirmação, mas hoje em dia é que estou tentando mudar. Não mudei completamente, na verdade mudei bem pouco, mas já tomei consciência. As mudanças mínimas podem não ser percebidas pela maioria, mas sim, olhe lá, faz muita diferença! É preciso começar de algum lugar, certo?


    A parte interessante disso, é que apesar de eu ter mudado essa minha forma de pensar, as pessoas não mudaram a forma que elas me enxergam. Eu ainda “sou” aquela pessoa ansiosa na cabeça delas, apesar de que na minha eu apenas “estou” ansiosa. Mas o que importa e neste instante é você e não o outro. A opinião do outro reflete o que nós realmente somos? Não mesmo. Na hora certa eles irão perceber como “somos” e não como “estávamos”. 
    E bem, de um tempo para cá que eu mudei esse meu pensamento eu realmente notei essa mudança dentro de mim. Dificilmente estou me sentido ansiosa e nervosa da maneira como eu me sentia antes. Claro, eu tive outros tipos de ajuda, mas a maior ajuda é aquela que vem de dentro, é aquela que é CONSCIENTE.Seja consciente do que você pensa e fala. Não deixe que os outros coloquem as palavras dentro de você e nem que seu lado negativo faça o mesmo.
    Nós somos capazes de mudar sim, por pequenos passos, mas passos esses que nos levarão longe e nos farão ter uma vida cada vez melhor e feliz da qual nos orgulhamos e nem tenhamos que pensar uma sequer vez em falar positivamente: Eu posso, eu consigo! 

   Gabriela Toutonje Mitozo

Viver no agora

Em 17.09.2014   Arquivado em Desafios, Espiritual, Pessoal
 

Há alguns posts atrás eu falei sobre o Desafio dos 21 dias de gratidão e neste post eu citei os vídeos e o canal da Flávia Melissa no youtube.

   Eu simplesmente adoro a Flávia e os seus vídeos. Ela é uma pessoa muito inspiradora e eu recomendo mais uma vez que vocês assistam e acompanhem o canal dela no youtube. Mais uma vez ela me ajudou a pensar sobre meus problemas, desta vez com o seu último vídeo publicado que fala sobre o viver no agora.
Minha mãe sempre, sempre me falou sobre como eu deveria viver no agora, porque minha mãe é minha mãe e ela me conhece muito bem. Bem, eu sempre ouvia que ela me dizia isso, mas não caía minha ficha, eu não conseguia mudar. E então eu comecei a acompanhar os vídeos da Flávia, que também dizia a mesma coisa sobre o viver no agora, exatamente como a minha mãe já havia me dito tantas outras vezes.

    Filosofia de vida

      Acho que a somatória do que minha mãe me falava (e ainda me fala), mais os vídeos da Flávia e mais a minha força de vontade de mudar que aumentou durante esse ano me fizeram assimilar melhor o viver agora. E outra peça chave que me ajudou a filosofar sobre o assunto foi o livro “O Poder do Agora” do Eckhart Tolle (que por acaso eu super recomendo). Desde então eu venho tentando praticar o viver no presente.
    Eu sou uma pessoa que há muito estou ansiosa (sim, estou e não “sou”, porque eu não nasci assim). Eu estou perfeccionista, ansiosa, nervosa, e isso são características de pessoas que nunca ou raramente estão no presente. Aplicar esta “filosofia de vida” de estar sempre presente pode parecer fácil, mas não é. A maioria das pessoas sempre está perdida em pensamentos passados ou imaginando como serão as coisas no futuro, mas raramente essas pessoas estão no presente, no agora.

    Dando a volta por cima

Logo que comecei a praticar o estar presente eu senti uma diferença incrível e espetacular que mudou minha forma de enxergar o mundo enquanto eu a praticava. As coisas pareciam tão mais nítidas, tão mais bonitas!!!

“Por que ela está falando no passado”, você deve estar se perguntando… Acontece que eu não consegui praticar durante muito tempo o estar presente. Quando vi lá estava eu de novo viajando com a minha mente para tudo que era lugar e não fixa no agora como deveria estar. Aí começaram a surgir os situações difíceis do dia-a-dia, os acúmulos de tarefas do cotidiano, os planejamentos para o futuro, os acontecimentos passados…Aí o presente foi para o beléleu.
Até que essa semana eu vi que a Flávia postou esse vídeo novo chamado “Sobre o tesouro que é viver no agora: Você consegue?”. Então eu lembrei que eu havia me comprometido em viver no agora e que eu tenho que ter perseverança. É difícil? É. Mas eu não posso desistir agora. As coisas parecem muitas vezes estar no fundo do poço, mas nós temos que ser persistentes e dar a volta por cima!
Eu posso tentar, umas, duas, três vezes, mas pode ser que só lá na quarta vez eu consiga viver no momento presente. É um caminho árduo, mas gratificante. E viver no agora, no presente é uma dos melhores conselhos que nós devemos seguir. Viver no presente é uma das maiores dádivas, é aceitar os desafios que a vida nos trás, aprender com eles e seguir em frente, é viver a vida plenamente e ser feliz.Então eu te pergunto. Você consegue viver no presente?
Eu ainda não desisti! Vamos tentar juntos mais uma vez?

 Namastê! 🙂

100 happy days – 100 dias felizes

Em 26.08.2014   Arquivado em Desafios, Espiritual
     Quem me acompanha no instagram (gabimitozo) sabe que já fazem 22 dias que eu aderi a um projeto chamado “100 Happy Days”. Sim, estou fazendo mais um desafio hahaha É um desafio criado pelo site “http://www.100happydays.com/pt” onde durante 100 dias você deve postar uma foto de algum momento do seu dia que tenha te feito feliz.
    Você pode criar sua própria hashtag (#) ou utilizar a hashtag #100happydays para divulgar suas fotos. Não precisa se apenas pelo instagram. Ao se inscrever no site você escolhe a rede social que você vai compartilhar suas fotos (instagram, facebook, twitter…) Claro que você pode compartilhar quantas vezes quiser em toda estas redes sociais, mas ao se inscrever você escolhe apenas uma. Eu acredito que seja porque assim eles tem o controle de quem está participando do projeto e quem completou os 100 dias realmente.
    A minha hashtag no instagram é #100happymemories. Mas infelizmente eu não sabia que já haviam outras pessoas que tinham criado essa mesma hashtag. Mas pelo que vi as pessoas que também colocaram essa hashtag não terminaram o desafio…Então todas as últimas fotos que estão no campo de busca com essa hashtag são minhas 🙂
    Mas se você quiser que só tenham fotos na sua hashtag pense um pouquinho para ser um pouquinho mais autêntica do que eu fui (porque eu não fui haha).
    No site do projeto/desafio eles dizem que grande parte das pessoas que começaram não terminaram o desafio porque alegaram dizer não ter tempo para serem felizes. O que você acha disso?
Eu estou adorando participar! Tenho que admitir que não é fácil. Tem dias que é difícil pensar em momentos que tenham me feito feliz. São aqueles dias de cão… Mas se você participar, não desista nem nesses dias!
Se não encontrar nada mesmo, faça então algo nesse dia para que você tenha algum momento feliz 😉 Faça por você e por apenas você!
     Mas o legal é que você passa a dar valor para pequenas coisas que acontecem no seu dia-a-dia, coisas que você não reparava. Na verdade você podia até reparar mas não se sentia totalmente grato ou consciente. E agora você pode sentir a gratidão e expandir esse sentimento nesses momentos que acontecem com você.
O desafio é pra você e mais ninguém. Ficar querendo tirar foto bonita só por tirar e tentar fazer inveja já tira  todo o propósito da coisa! (Isso eles mesmo comentam no site do projeto e eu concordo)!  A ideia é o próprio crescimento pessoal 🙂
       Para quem leu aquele post dos 21 dias de gratidão (acesse aqui), você pode juntar os desafios ao invés de fazê-los separados!
     Para me acompanhar no meu desafio você pode procurar pela hashtag #100happymemories ou pelo meu instagram: gabimitozo.
   Estou tentando montar aqui no blog uma galeria para colocar as fotos desse projeto. Assim que eu conseguir eu edito este post! 🙂
     Mas por enquanto é isso! Comentem me dizendo o que acharam do projeto, e se já têm ou começaram a participar mandem o link para eu acompanhar também!
Felicidades para todos!

O amor é cego?

Em 18.08.2014   Arquivado em Espiritual, Reflexão
    Você já deve ter escutado a seguinte afirmação “O amor é cego“. Pode ter sido num livro, na internet ou algo aconteceu na sua vida amorosa e alguém de repente soltou essa frase. Agora, você concorda com essa afirmação?
    Na minha opinião o amor não é cego. Na verdade o amor é capaz de enxergar tudo. Não! Melhor que isso, ele enxerga e aceita o que vê. Se você realmente ama alguém você aceita a pessoa como ela é, você a ama mesmo com os seus defeitos.
    Eu acho que a paixão sim é cega. Quando você está apaixonado você só enxerga as “características boas” da pessoa.  Se no momento em que essa paixão começar a passar e você começar a enxergar os defeitos da pessoa e não aceitá-los, significa que você a não ama de verdade. Você só estava apaixonado.
Mas não significa que a paixão não possa virar amor. Você pode estar “cego de paixão”, depois você passa a enxergar os defeitos daquela pessoa especial e os aceita.
    Quem já passou também por aquela situação de ver alguém que você já se apaixonou um dia e depois quando reencontra  a pessoa se vê perguntando “Como eu amei ele/ela?”. Na verdade você estava cego de paixão.
    Então resumindo:
Paixão que era cega, depois passa a enxergar e vira aceitação. É amor.
DIFERENTE DE
Paixão que era cega, depois passa a enxergar e não aceita.  Não é amor.
E vocês leitores, o que acham disso? O amor é cego? Comente a sua opinião sobre o assunto! 🙂

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