Categoria "Destaque"

Vamos falar de… Perfeccionismo

Em 06.03.2017   Arquivado em Auto ajuda, Destaque, Pessoal, Reflexão

Será que você é perfeccionista?

  • Você sente como se você não fosse bom em nada?
  • Você deixa de fazer algum projeto, apresentação ou outra coisa porque você AINDA não se sente bom suficiente para fazer aquilo?
  • Você diz que tal tarefa ainda não está pronta para ser executada porque ela ainda não está boa o suficiente, mas na sua cabeça você acredita que se dominá-la um pouco mais aí sim um dia você vai conseguir finalmente executar a tal tarefa?
  • Esse um dia que você diz que vai se sentir seguro parece não chegar nunca?
  • Você se sente frustrado com os seus objetivos que não parecem estar se realizando ou estão demorando de mais para evoluírem?
  • Você se preocupa constantemente com o que os outros vão pensar de você?
  • Você tem medo de falhar?
  • Você não se importa de ver outras pessoas cometendo erros ou falhando, mas quando se trata de um erro cometido por você, não há perdão?

Você se identificou com  os itens acima? Bom, então você deve ser perfeccionista. Eu sou perfeccionista e é exatamente do jeito que descrevi nos tópicos acima que eu me sinto.

No perfeccionismo nós queremos realizar bem as tarefas que fazemos e ao mesmo tempo temos medo das consequências que uma tarefa que não foi bem executada irá trazer para nós.

Então enquanto estamos no processo de fazer a tarefa já estamos pensando nas consequências caso não a executarmos “apropriadamente”.

Você consegue enxergar o problema disso?

Pense comigo:

Enquanto você quer dar o melhor de sim numa tarefa, você está preocupado com uma coisa no futuro que é incerta. Ou seja, você não está dando total dedicação à aquilo que está executando, porque seu pensamento está no futuro.

Você não está concentrado 100% no momento, no agora.

Então o próprio medo de executar mal uma tarefa, faz você não dar o seu melhor naquele momento pois você não deu o seu 100% na hora que precisava.

DAR o seu 100% porém, não é PERFEIÇÃO. Não é fazer as coisas PERFEITAS. Mas sim fazer as coisas da melhor forma que você puder.

Mas Gabriela, eu achei que o perfeccionismo era algo bom. Algo positivo.

Bem, depende muito do seu perfeccionismo. Ou do que você entende por perfeccionismo. A meu ver:

  • O perfeccionismo é ruim quando não te deixa suceder nos seus objetivos.
  • O perfeccionismo é ruim quando te deixa deprimido e frustrado.
  • O perfeccionismo é ruim quando te torna uma pessoa indecisa porque você tem medo de tomar decisões já que ao escolher um lado você pode ter feito a escolha errada.
  • O perfeccionismo é ruim quando você deixa de se expor ou tomar riscos porque tem medo de falhar e você ser visto de forma negativa.

Tá bom, Gabriela. Entendi. Mas e então o que eu faço?

Eu não tenho ainda uma resposta boa para isso porque eu também estou no processo de vencer esse perfeccionismo que me deprime e me deixa ansiosa. Escrever aqui no blog é uma forma de ajudar a mim e a outras pessoas que estão na mesma situação que eu ou que de certa forma se identificam com algumas coisas que são colocadas aqui.

E o meu plano é exatamente compartilhar com vocês e ouvir de vocês para que de forma mútua consigamos ajudar um ao outro.

Então proponho um primeiro exercício para a gente.

  • Se concentre no aqui e agora nas tarefas que você estiver realizando.

Vai ser difícil? Vai. Eu mesma já fiz esse exercícios várias vezes mas não cheguei na meta final que é  chegar num ponto que passe a ser natural.  Eu já consigo às vezes, quando me lembro de não ficar me atormentando durante alguma atividade com pensamentos do tipo: E se eu não conseguir? Será que eu termino até o final do ano? E se não ficar bom?

Mas é difícil. Mas não é impossível. Se você for escrever um texto, treinar algum instrumento, dança ou qualquer outra coisa que enalteça seu lado perfeccionista, tente observar se você está preocupado se aquilo vai ficar perfeito ou não.

Se observar esses pensamentos aparecerem, tente tirá-los da cabeça pelo simples ato de se concentrar ainda mais no que você está fazendo. Repita isso quantas vezes forem necessárias. Porque sim, seu cérebro vai voltar a bater na mesma tecla.

Isso ajuda também na ansiedade. Que na minha opinião está atrelada com o perfeccionismo. Mas isso é assunto para outro post.

E aí? Você vai me acompanhar nessa jornada? Vamos controlar nosso perfeccionismo e melhorar nossa qualidade de vida juntos? 🙂

Santa Clarita Diet

Em 27.02.2017   Arquivado em Cinema, Destaque, Dicas, Resenha

santa clarita diet

Santa Clarita Diet é uma websérie original da Netflix, estrelada por Drew Barrymore. A primeira temporada teve seu lançamento no dia 03 de fevereiro de 2017.

Sheila (Drew Barrymore) é uma agente imobiliária que de repente passa a sofrer sintomas estranhos  que a tornam praticamente um zumbi e ela passa a querer comer apenas carne humana. Essa é a premissa da série.

MAS  o termo ZUMBI é usado na série apenas uma vez e é dito em forma de zoação. Sheila não se encaixa no perfil “ZUMBI” que estamos acostumados em ver em séries e filmes como “The Walking Dead” , Guerra Mundial Z” e “Resident Evil”.

A série mostra de forma cômica como a vida de uma família normal e pacata se transforma quando um dos membros vira morto vivo.  Até quanto e quando a família vai aguentar ao ter que lidar com assassinatos e assistir a mulher/mãe comer um outro ser humano?

Joel (Timothy Olyphant), marido de Sheila, a apoia nesta jornada, colaborando com os assassinatos para manter a nova dieta da esposa. De forma caricata vemos a família e um dos vizinhos aceitarem, de certa forma, tranquilamente, a existência de uma pessoa morta viva.  Joel, apesar de ajudar a esposa, busca em diversos lugares algum tipo de cura que possa fazer a vida da família voltar ao normal. Ele começa a ficar perturbado ao ter que lidar com tantas mortes e cadáveres.

Apesar da filha, Abby (Liv Hewson), entender que a mãe é uma morta viva, ela tenta lidar com essa nova realidade da mãe, mas começa a se tornar uma adolescente mais rebelde do que ela costumava ser.

santa clarita diet 2

O ridículo da existência de um “morto vivo” é levado ao extremo e representado de forma caricata, pois a família continua tendo que lidar com problemas cotidianos que qualquer família normal e pacata costumar ter além de lidar com este fato bem fora do comum. Desde problemas com filhos adolescentes na escola até convivência com vizinhos.

Eu assisti a série assim que lançou pois fiquei curiosa ao ver um vídeo de divulgação que a Netflix publicou.  Fábio Júnior gravou junto com sua banda um vídeo cantando sua famosa música “Alma Gêmea”. Mas o interessante é que a letra desta música passa a ter um significado diferente que se encaixa MUITO bem com a série. O cantor canta a música e ele e os colegas da banda  começam a sangrar e o vídeo no fim está bem sangrento hahaha O vídeo é mesclado com cenas da série.

 

A primeira temporada possui apenas 10 episódios e têm uma média de 25 minutos cada um. É uma série interessante e gostosa de assistir para passar o tempo, em dois dias ou menos você termina. Mas se você não é fã de ver sangue/tripas e coisas do tipo, não assista hahaha Já você que gosta dessas coisas e zumbis, com certeza vale a pena. A pegada da série é totalmente diferente. É humor negro. Então não espere por ação. É algo para se divertir e passar o tempo.

 

E aí, o que você achou? Assistiria? Já assistiu? Vai assistir?

 

Caixa de Pássaros – Josh Malerman

Em 21.02.2017   Arquivado em Destaque, Resenha
caixa de pássaros

Imagem de divulgação

O que você faria se visse algo tão diferente de qualquer coisa que você já viu na vida? Algo como a explicação da vida, do universo, do infinito…? Se alguma coisa que, hoje, você julga impossível, de repente aparecesse na sua frente, o que você faria ou como agiria? Enlouqueceria? Desmaiaria? Compreenderia?

O livro “Caixa de Pássaros” fala mais ou menos sobre isso. Pessoas começam a machucar a si mesmas e suicidar-se após verem algo. Esta é a premissa do livro.

A história vai se desenvolvendo principalmente pelo olhar da personagem Malorie. A narrativa acontece em duas diferentes épocas. O autor intercalar os capítulos, um narrando onde tudo começou e o outro mostrando os acontecimentos da vida de Malorie com dois filhos,  4 anos depois do início de tudo.

Nesse novo mundo que está ” de cabeça para baixo” após os estranhos acontecimentos, as pessoas que restaram vivem trancafiadas dentro de casa com as janelas cobertas. Quando as pessoas saem de dentro de casa elas saem vendadas ou com os olhos fechados de modo que não vejam o que é que seja que está lá fora, à espreita. No livro todos chamam estas coisas, que ninguém deve ver, de “Criaturas”. Agoras as pessoas dependem muito mais do sentido da audição que da visão.

O livro te prende do início ao fim tanto pela narrativa diferenciada quanto pelo mistério sobre o que são as tais “Criaturas”.

Através de uma entrevista que li sobre o autor, a ideia dele também surgiu pensando na questão do “infinito” que citei no início do post. Mas essa “Criatura” pode ser qualquer coisa, até mesmo um alienígena. Mas cabe a nós leitores imaginar, pois o autor não nos dá uma resposta exata do que são a “Criaturas”. Então se você não gosta de finais abertos pode não se dar muito bem com o final deste livro.

De início eu fiquei chateada porque fiquei curiosa, mas também entendi a proposta do autor, que preferiu que cada pessoa imaginasse por conta própria. Se ele definisse algo poderia acabar soando sem sentido ou não tão interessante. Quem sabe também no livro as pessoas não vejam diferentes coisas quando tiram as vendas ou abrem os olhos? Quem sabe as pessoas não vêem o que mais temem na vida? Então não teria como descrever, pois o que é bom ou ruim para mim é diferente para você . E as “Criaturas” também podem ser algo tão complexo que seja difícil explicar o que realmente é.

De qualquer forma, a leitura vale super a pena e eu amei o livro. Li em dois dias, sempre querendo saber o que ia acontecer nas páginas seguintes. Então se você é fã de suspense com certeza também vai amar.

Comenta aqui se você já leu ou não ou até mesmo se recomenda para mim e para outros leitores um tipo de leitura parecido !!!

Até a próxima 🙂

Quando eu fui assediada – Um desabafo

Em 15.07.2016   Arquivado em Destaque, Pessoal, Reflexão, Vamos falar de...

Esse provavelmente é o texto mais difícil que publiquei aqui. É o texto que demorou mais de 10 anos para ser colocado para fora.

Algumas pessoas sabem disso. Aos poucos tenho tenho contado para mais gente… E eu venho criando ainda mais coragem para publicar isto na internet. Talvez eu termine de escrever e não queira publicar, mas eu sinto dentro de mim que eu preciso disso.

Eu não me lembro exatamente o ano, mas eu devia ter uns 13 anos. Mas não foi só uma vez. Todas as vezes por incrível que pareça aconteceram dentro de ônibus. Diferentes ônibus, mas ainda assim ônibus. A primeira que eu vou contar é a mais clara na minha mente e a que provavelmente desencadeou o início de traumas.

Foi de tarde, no período vespertino, horário comum para alunos irem para aula. Não era noite e as ruas estavam movimentadas. Eu era uma criança, uma pré-adolescente indo para a aula de educação física.

Eu estava de uniforme, com uma calça legging que tínhamos que usar na educação física. Sentei na cadeira do ônibus do lado do corredor, do lado de um homem que estava sentado do lado da janela. Coloquei meu fone de ouvido e comecei a ouvir música como de costume.

A caminho da minha escola eu senti o homem encostar a perna em mim. Não liguei pois ônibus é pequeno, as pessoas encostam, nem dei bola, nem olhei pro lado…

–  Tô te incomodando?  – Ele me perguntou alguns minutos depois.

– Não. – Eu disse sem olhar diretamente pra ele logo voltando a escutar minha música.

Poucos minutos depois…

– Não estou te incomodando?

Balancei minha cabeça negativamente. Mas algo estava me incomodando. Eu sentia o homem me olhar toda hora.

Eu olhei discretamente para o lado… E eu vi. Vi ele se masturbando… E eu entrei em choque.

Eu tenho um branco na minha memória. Eu não lembro o que aconteceu depois. Eu só consigo me lembrar de eu tirar meus olhos dele e olhar para frente e a partir daí eu não lembro nada.

É um vazio. E eu quero saber… Ou as vezes eu não quero saber… É um conflito dentro de mim, pois sinto que pode ser pior lembrar… As vezes acho que parou nisso, as vezes me questiono sobre se poderia ter tido algo mais e se minha mente deve ter bloqueado… Mas ainda me atormenta essa imagem e o vazio. E eu sinto tristeza, eu me sinto imobilizada, frágil, exposta…

————————-

Depois do branco que eu tenho na minha memória eu apenas tenho uma lembrança vaga de eu pensando que tinha que sair dali. E lembro de descer no ponto de ônibus e ir para  a escola chorando.

Contei para minhas amigas.

Acontece que uma amiga minha já tinha passado por isso na mesma semana. E ela me disse. Era o mesmo cara. Ele usou as mesmas palavras, o mesmo papo.

Uma semana depois outra menina passou pelo mesmo. Mas ela não ficou calada. Ela gritou ela pediu ajuda e xingou o cara. E sabe o que fizeram? NADA.

Nada… nada… nada…

Nada.

.

.

.

Apenas olharam para ela.

Ela fez B.O. Mas também não adiantou nada.

O mesmo cara com três adolescentes da mesma escola em duas semanas. Com quantas meninas ele deve ter feito isso?

Desde então eu já passei por outras situações similares. Tanto é que já sei qual o estilo de homem. Eles geralmente são mais velhos. E eles usam algo para esconder o que estão fazendo. Uma maleta… O celular…

O que aconteceu afetou minha vida. Eu fiquei com medo de usar calça legging por muito tempo… Eu não quis mais usar saias e shorts quando ia pegar ônibus. Eu nunca mais sentei do lado da janela no ônibus por medo de algum cara sentar lá… Só sento quando não tem ninguém, e se alguém entra no ônibus eu fico de olho e sempre troco de lugar.

Eu prefiro sentar do lado de mulheres. Eu criei um preconceito com homens mais velhos…

As vezes eu me sinto ser perseguida na rua se vejo um homem muito perto de mim por muito tempo.

Se um carro se aproxima de mim devagar eu já saio de perto…

Eu tive muitos medos e inseguranças… Eu senti culpa… Culpa por sentir prazer? Na verdade enquanto eu escrevo isso e choro eu percebo que ainda sinto.

MAS eu também me aproximei de uma coisa que tem me dado forças a cada dia. O feminismo.

Desde pequena eu fui feminista, com direito a criar página no twitter sobre feminismo junto com uma amiga.

O feminismo sempre me mostrou os meus direitos. Me mostrou que direitos devem ser iguais para todos. Direito de não ser vista como objeto. Direito de se sentir segura na rua tanto como qualquer outra pessoa…

O feminismo me fez perceber também que eu não estou sozinha… É por conta também do feminismo que eu estou escrevendo esse texto. Por ler depoimentos de outras mulheres eu estou criando força e coragem para soltar minha voz e eu espero ajudar alguém e mostrar que nós não temos culpa… Que nós não devemos nos sentir mal…

E eu sei que é fácil falar porque na prática é tudo diferente… E talvez nós possamos compartilhar nossas histórias e mostrar como podemos superar nossos medos , traumas e aflições.

Somos irmãs e devemos sempre caminhar juntas.

Me Before You (Como eu era antes de você)

Em 06.06.2016   Arquivado em Cinema, Destaque, Resenha
Imagem de divulgação

Imagem de divulgação

Quem está com saudades de resenhas de filmes? o/

No último sábado, dia 04 de junho fui ao cinema com meu namorado assistir Me Before You. Eu não li o livro desta vez, mas eu vi o trailer e me encantei, eu sabia que eu tinha que assistir. Sabia também que o filme poderia render algumas lágrimas, eu não estava errada.

Sinopse: Will (Sam Claflin) é um garoto rico e bem-sucedido, até sofrer um grave acidente que o deixa preso a uma cadeira de rodas. Ele está profundamente depressivo e contrata uma garota (Emilia Clarke) do campo para cuidar dele. Ela sempre levou uma vida modesta, com dificuldades financeiras e problemas no trabalho, mas está disposta a provar para Will que ainda existem razões para viver.

O filme é baseado no livro homônimo, publicado em 2012 pela autora britânica Jojo Moyes.

Atores

Tem tantos atores maravilhosos no filme!

Quando eles foram aparecendo eu fui pensando “Oh olha o Neville, de Harry Potter”, para o ator Matthew Lewis interpretando o Patrick, namorado da Louise.

“O Tywin Lannister de Game of Thrones” para o ator Charles Dance como  Steven Traynor como o pai de Will Traynor.  E CLARO eu já tinha visto a incrível Emilia Clarke no trailer. A brilhante e maravilhosa Khaleesi também de Game of Thrones.

O ator Sam Claflin que interpreta o personagem Will Traynor,  eu também já conhecia. Ele participou da saga de Jogos Vorazes como Finnick Odair, um dos personagens que sobrevive na arena dos jogos (para você que não assistiu, os jogos são jogos de vida e morte, você deve garantir sua sobrevivência, apenas um sobrevive).

Então o elenco está incrível. Eu apenas os vi atuando nestes outros contextos, então foi muito interessante vê-los atuando como outros personagens.

A química entre os atores principais foi bem gostosa de assistir. Os atores foram bem escolhidos 🙂

Imagem de divulgação

Imagem de divulgação

Mas a atriz Emilia Clarke me surpreendeu bastante! Ela está completamente diferente da personagem que ela interpreta em Game of Thrones. Para quem não assiste essa série, ela é uma das personagens mais amadas pelo público hahaha

Ela é a Daenerys Targaryen, Filha da Tormenta, a Não Queimada, Mãe de Dragões, Rainha de Mereen, Rainha dos Ândalos e dos Primeiros Homens, Quebradora de Correntes, Senhora dos Sete Reinos, Khaleesi dos Dothraki, a Primeira de Seu Nome. 

Sim, ela é tudo isso só para você sentir a importância da personagem rs

E neste filme ela parece tãão mais nova e diferente, ela faz caras e bocas, ela se veste completamente diferente e bizarramente. Incrível. Na foto abaixo não dá para ver direito a roupa dela, mas de qualquer forma:

Na esquerda como Khaleesi e na direita como Louise Clark

Na esquerda como Khaleesi e na direita como Louise Clark

 

Sobre amar a si próprio não importa o quê

O incrível é que no dia que eu assisti o filme eu vi um vídeo que minha madrinha me mandou, sobre uma menina que minha mãe já tinha falado também.

Ela se chama Paola Antonini. Ela sofreu um acidente quando ela estava no carro com o namorado dela e ela teve que ter a perna amputada. Eu achei a história dela incrível, ela é uma pessoa muito forte, determinada, linda por dentro e por fora. Acho que o Will do filme foi totalmente o oposto dela. Ele não vê a vida da forma como a Paola enxerga. Como valorizar ainda mais as pessoas ao seu redor, valorizar ainda mais a vida e abraçá-la, agradecer por ter ainda a chance de viver e lutar cada dia para viver cada vez mais, abrir janelas de novas oportunidades que possam surgir e viver, viver feliz e bem, aceitando a sua diferença, aceitando os seus problemas, suas doenças. Amando a si mesmo.

É isso que falta para o Will Traynor. É isso que a Louisa quer que ele enxergue no filme (:

Mas é raro encontrar pessoas como Paola. Nós devemos nos inspirar nela. Eu, você, nós devemos nos inspirar.

Para ver o vídeo da Paola no canal dela clique no player abaixo:

E para ver o trailer do filme clique neste outro 🙂

O que você acha que vai acontecer? O que achou do filme? Está louco para assistir?

Não coloque spoilers nos comentários. Se focar colocar avise antes para as pessoas que não viram se aterem 🙂

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