Categoria "Destaque"

Duo Multueira : Resenha do CD + Entrevista exclusiva com o Duo !

Em 20.08.2017   Arquivado em Destaque, Dicas, Música, Resenha
Duo multueira arte

Arte por Mariana Chinato

 

Demorou mais saiu! Hoje temos um post muito especial no blog, sobre o Duo Multueira. O Duo é composto por Pedro Henrique Silva (violão e voz) e Beatriz Woeltje Schmidt (percussão e voz) e foi formado no ano de 2014.

Eu tive a sorte de entrar na mesma turma da faculdade de música (UDESC) deste dupla de músicos e ver a caminhada deles um pouquinho mais de perto. No último dia 08 de agosto fui prestigiá-los no show de lançamento do seu primeiro CD que aconteceu no Teatro Álvaro de Carvalho (TAC) às 20h em Florianópolis.

Para produzirem e lançarem seu CD homônimo, o Duo lançou uma campanha pelo site Benfeitoria. A campanha pelo Benfeitoria contou com a ajuda financeira de 152 pessoas! Incrível, não? Fora outras pessoas que ajudaram de outras maneiras além do site. No Benfeitoria, cada quantia doada gerava uma recompensa para o doador. Por exemplo: Se você doasse 30 reais ganharia uma cópia do CD mais agradecimento especial no encarte e nas redes sociais. Se doasse 60 reais receberia uma cópia do CD, agradecimento no encarte do CD e nas redes sociais e mais uma blusa com a logo do Duo. E assim sucessivamente… Quanto mais você doasse, mais recompensas você teria.

O dinheiro arrecado pelo Duo na campanha foi aproveitado na seguinte forma:

 

Imagem retirada no site do Benfeitoria do Duo Multueira

Você pode ver mais detalhadamente o que foi feito em cada etapa pelo site Benfeitoria/DuoMultueira. Foi tudo muito transparente e bem feito e pudemos ver isto refletido no dia do show de lançamento.

Gravado e masterizado no ValveState Studio, com a mixagem de Francis Pedemonte e a produção artística de Luanda Wilk, o CD também contou com participações especiais de músicos como Nico Nicodemos, Elias Zanon, Israel Dutra, Fábio Melo e Bruno Arceno, os quais também estiveram presentes no show de lançamento no TAC.

Foi interessante acompanhar o Duo se formar, se desenvolver, gravar seu primeiro trabalho, vê-los crescer desde os primeiros shows até agora e perceber um amadurecimento claramente estampado de cabo a rabo nas faixas do seu primeiro CD.

Foto por Laura Biasi

A arte gráfica do álbum é linda, divertida, leve e consegue traduzir o sentimento que as músicas nos transmitem. Proeza esta da artista  Mariana Chinato, responsável pela arte gráfica do CD.

A voz de Pedro soa afinada, limpa, harmoniosa e na medida certa ao se entrelaçar com os outros instrumentos. Já Beatriz nos encanta desde o seu backing vocal até o seu manejo incrível que soa e ressoa ao tocar seus diferentes instrumentos de percussão.

Para quem já acompanha o Duo como eu, já  está ciente e conhece as participações especiais de alguns músicos como Nico Nicodemos em Mulher Beleza, de Elias Zanon e Israel Dutra em Sertão e Zé Otávio em Domingo de Almoço. Todos também são impecáveis e se entrelaçam nas melodias naturalmente. Mas a novidade no CD foi a participação de Fábio Mello no sax tenor e soprano na faixa “Temporal” e de Bruno Arceno na guitarra, em “Lágrimas do Paraguay“, e o que não é surpresa, também se encaixaram perfeitamente nos arranjos musicais.

Cada participação especial conseguiu ser fiel à proposta musical do Duo, sendo que ao mesmo tempo foram capazes de transferir um pouco de si e das suas experiências musicais, refinando ainda mais cada faixa, deixando “um gostinho de quero mais” para os ouvintes, sejam eles leigos ou profissionais da música.

Um trabalho como esse é difícil de classificar, mas cada faixa é única e diferente do que estamos acostumados ouvir hoje em dia nas rádios. É música autoral para se deliciar, seja curtindo ao ouvir sozinho no quarto, no carro, ou num Domingo de almoço com a família.

Mas é incrível como mesmo o CD estando maravilhoso, é ainda mais incrível assistir o show ao vivo e ver a sintonia do Duo e dos outros músicos. A experiência visual do show é diferente da auditiva promovida pelo CD, pois ao vivo podemos nos deliciar com a atmosfera intimista presente desde a montagem do cenário até a própria performance, o que nos convida e incita a curtir o show sem nunca piscar os olhos. Uma das experiências visuais que sempre me encantam é ver  as movimentações da Beatriz mudando de instrumento para instrumento e transformando cada música ao lado de Pedro Henrique.

Entrevista exclusiva com o Duo Multueira

Eu não podia deixar de aproveitar uma oportunidade de entrevistar o Duo Multueira sendo que eu os admiro, os vi crescer, os conheço e estudei com eles. A ideia inicial era fazer uma entrevista ao vivo mas não foi possível devido a minha agenda e a do Duo que não coincidiu. Mas entrei em contato com os dois via internet e perguntei se gostariam de responder a entrevista online, e claro, eles aceitaram! Agradeço aos dois por isso! Acho que o público e os fãs de vocês vão ter uma chance de conhecer um pouco mais sobre vocês e seu trabalho, além de divulgar para aqueles que ainda não os conhecem !

Sem mais delongas acompanhe a entrevista abaixo:

Foto por Laura Biasi


Como surgiu o Duo? E da onde surgiu a ideia do nome “Duo Multueira”?

Beatriz – O Duo surgiu quando o Pedro me convidou para tocar e arranjar as músicas que ele estava compondo, fizemos alguns ensaios inicialmente como trio (com um contrabaixo acústico), mas com alguns imprevistos acabamos ficando como Duo e achamos essa sonoridade, um pouco mais crua, mais interessante. Já o nome do Duo, surgiu a partir da música/poema “Multueira” já composta anteriormente pelo Pedro Henrique, achamos interessante o nome e acabou pegando.

Pedro – Isso, mas acho que os primórdios são de antes né? Quando tivemos ideia de nos juntarmos para montar repertório para tocarmos em bares. Daí surgiu a vontade de fazer só o som autoral.


Quais suas maiores influências musicais? Como você definiria o estilo musical de vocês?

Beatriz – É difícil classificar ou definir o que somos. As influência também nunca foram claras para mim, acho que vem muito da nossa formação auditiva, de observar outros artistas e absorver o que nos toca mais, e com isso tentar transmitir um pouco desse aprendizado quando tocamos para os outros. Acho que também nós dois nos influenciamos musicalmente (rs) e aprendemos muito um com o outro.

Pedro -É, quando pedem para classificar, num geral eu tento nos colocar no universo da MPB, mas isso é muito amplo, e abrange muitas referências… Tudo que é feito de música no Brasil, para as pessoas, é popular, enfim…divagações, hehe! Mas eu tenho umas influências bem fortes, no jeito de escrever, de cantar, de ritmar as canções. Que passam desde Chico César, Lenine, Alceu Valença, Tom Zé, João Bosco e caminham pras origens dos cantos de terreiros, de folguedos, as manifestações populares. Tudo isso é linha, pra gente costurar (:

Duo MultueiraCrespa produções (Lucas Barbosa e Ana Castello)


Qual foi ou quais foram os maiores desafios de vocês no processo de gravação do CD? Como foi o processo de escolha das músicas? Qual o sentimento de lançar o seu primeiro CD?

Beatriz – De modo geral, o processo de gravação foi um grande aprendizado, percebemos que o Duo tem muito a crescer ainda e essa experiência nos fez caminhar nessa direção. A escolha do repertório do CD foi por conta dessas 10 músicas serem as primeiras que arranjamos, apresentamos e tocamos juntos. O sentimento é de muita gratidão a todos(as) que nos ajudaram a lançar esse CD e também de muita felicidade, agora é pensar nos próximos passos.

Pedro – O estúdio, num processo de gravação assim, com tempo contado e mil expectativas, se torna muito intimidador e encantador ao mesmo tempo! Foi uma delícia sentir a adrenalina do “as véras”, hehe, é um passo a mais no sentido profissional da coisa. Gravar, planejar, se organizar, escolher as faixas, fechar os arranjos, a pré produção, o projeto de financiamento ” correndo” tudo girando, muito novo, muito seguros do som que queríamos, e muito contentes, com todas parcerias conquistadas. Todo o processo, nos movimentou muito, foi lindo. Felicidade de termos registrado esse trabalho.

Quais os principais obstáculos que vocês venceram para chegar até aqui? Como as dificuldades no meio artístico, no meio de produção, gravação…

Beatriz – O principal obstáculo foi arrecadar recursos para gravarmos o CD e lançarmos com um show. A plataforma de financiamento coletivo da Benfeitoria nos ajudou muito com isso. Através do site conseguimos arrecadar o suficiente para lançarmos o CD, e ficamos muito felizes com isso. Claro que não foi tão simples, a elaboração do projeto, divulgação constante, e material (foto e vídeo) para lançar a campanha requer muito trabalho e dedicação. Se formos lançar mais um álbum via financiamento coletivo repensaríamos alguns passos, mas ficamos felizes que no final deu tudo certo.

Pedro –  É, eu diria que essa foi a dificuldade do projeto em si, mas que conseguimos agitar e levantar o recurso necessário. Mas num geral, as condições e oportunidades pro artista, no Brasil, e aqui em Floripa, não são tão simples. É sempre uma função, ir tocar, os gastos, a falta de cachê, de apoio, de parcerias. Mas o amor ele pesa bastante na balança, e dá uma adocicada nas correrias.

Duo MultueiraFoto por Crespa produções (Lucas Barbosa e Ana Castello)


Qual a sua música favorita do CD?

Beatriz – É difícil escolher uma. Acho que maldito coração pelo arranjo não tão óbvio e nuances constantes.

Pedro– É, é difícil! Mas eu gosto muito de Temporal, porque me conquista muito as quebras de ritmos e essa pegada mais impulsiva e explosiva. Mas também tem a Bisa… Sutilezas… É complexo escolher, hehe.


Onde as pessoas podem adquirir o CD de vocês?

Beatriz – Com a gente mesmo: Pedro Henrique Silva e Beatriz Schmidt ou com a nossa produção através do e-mail duomultueira@gmail.com

Pedro- Isso, só pedir que a gente envia ou nos encontramos para entregar. Mas todo o CD está disponível nas plataformas de reprodução, Spotify, Deezer, e também no Soundcloud. Só buscar Duo Multueira (:


O show de lançamento correspondeu à expectativa de vocês?

Beatriz – Com certeza! Foi muito bonito ver o grande público que compareceu apoiando e compartilhando aquele momento e também de poder fazer o show com todos os músicos que participaram do CD foi muito bacana. Ficamos muito felizes, de verdade!

Pedro– Total!!! Foi lindo demais, tudo no seu lugar, as passagens, as entradas!


Quais os próximos passos e planos do Duo?

Beatriz– Os próximos passos são planejar novos show para divulgar mais nosso CD e nosso trabalho e também trabalhar nas outras músicas que ficaram de fora do álbum para que futuramente se transformem no segundo CD do Duo Multueira.

Pedro – É, conseguir fazer um circuito, uma circulação seria muito bacana. E divulgar o material nas redes, espalhar pro povo ouvir. E isso, bolando e planejando o próximo material. A próxima estética-atmosfera-pegada!

Incrível, não? Como eu já tinha falado lá em cima antes da entrevista, também acho difícil escolher uma música. Mas quem não fica curioso para saber o que músicos pensam da própria música, não é mesmo?

Em questão dos próximos passos do Duo espero de alguma forma estar contribuindo para a divulgação do mesmo aqui no Blog. Um trabalho deste tipo merece destaque e chance de brilhar Brasil afora. Quem sabe publicando esta resenha aqui mais gente tenha acesso a esse trabalho incrível! Não esqueça que para ouvir o trabalho deles é só procurar pelo Duo Multueira  no SpotifyDeezer e no Soundcloud. Já se quiserem adquirir o CD é só entrar em contato pelo e-mail duomultueira@gmail.com.

Se gostaram do post não esqueçam de curtir e compartilhar nas redes sociais! Assim vocês ajudam a divulgar o trabalho do Duo e o meu trabalho. Se quiser que eu conheça o seu trabalho musical é só entrar em contato comigo através da aba “Contato” acima dos posts em destaques!

Termino o post com um vídeo publicado no próprio canal do Duo que mostra um pouco do processo de gravação do CD. Até a próxima!

Indicação de aplicativo: Jogo “Fallout Shelter”

Em 15.08.2017   Arquivado em Destaque, Dicas, Diversos, Resenha

jogo fallout shelter

 

No mês de julho fiquei viciada nem joguinho. Eu já tinha visto meu irmão jogar no XBOX dele e nunca tinha entendido. Até que eu baixei no meu celular e me viciei rs O nome do jogo é “Fallout Shelter” e pode ser baixado gratuito no android!

Sobre o que é

A premissa do jogo é que o mundo entrou em guerra, e com o uso das armas nucleares a maioria da população mundial foi exterminada. As armas nucleares também provocaram mudança no clima e no ecossistema, causando também diversos

Os jogadores devem criar abrigos (o chamado Vault) para os Dwellers (os personagens).  Você deve manter os sobreviventes do seu abrigo felizes, bem alimentados e hidratados. Você constrói aos poucos vários “Rooms (quartos) no seu Vault. Cada room tem uma função (pode ser uma cozinha, quartos, estações de energia e etc…). Nesses locais que os seus Dwellers vão trabalhar de acordo com a habilidade de cada um.

Missões

Você pode mandar seus Dwellers para explorarem o mundo lá fora. Quando você tiver dinheiro você poderá comprar um quarto que envia você para missões especiais. É uma das partes mais divertidas do jogo na minha opinião. Lá você muda de cenário e encontra outros Vaults e Dwellers. Você deve levar armas e amigos com você para lutarem ao seu lado, ou você corre um grande risco de morrer…

Dicas

Misterious Stranger – Homem misterioso

Durante o jogo irá aparecer várias vezes um homem misterioso. Ele pode aparecer em qualquer lugar dentro do abrigo. Você deve achá-lo rápido. Se encontrá-lo dentro do tempo, você ganha moedinhas bônus. Podem ser muitas ou poucas, mas sempre vai te ajudar.

Você sabe que ele apareceu porque toca uma musiquinha. Se seu celular estiver no celular ele vai vibrar.

Aumento da população dos abrigos – procriação

Você pode aumentar o número da população do seu Vault chamando novos Dwellers através do Room “Radio”. Mas é uma tarefa um pouco demorada.  Você vai conseguir muito mais “Dwellers” através da procriação.

E como eu faço isso?

Simplesmente coloque uma mulher e um homem no mesmo quarto de dormir que eles começam a conversar e mais tarde eles somem do quarto. E quando eles voltam a mulher aparece grávida rs

Apesar de quando o filho nascer ele ainda ser criança e ainda não poder trabalhar, demora muito menos do que esperar Dwellers virem através da chamada de rádio. Até porque você pode deixar todas as mulheres do seu “Vault” grávidas ao mesmo tempo. E elas trabalham grávidas. Então só vejo vantagens rs

Opinião

Eu adorei o jogo. No início demorei para entender as funcionalidades. Pode ser que para alguns seja mais óbvio como funciona tudo, mas acredito que não para todos. Então penso que deveria ter algumas mais explicações além da inicial.

Fora isso eu gostei de tudo. Me viciei bastante. Mas como todo jogo que se joga muito e que tem certa automatismo, a gente acaba enjoando depois de um tempo. A parte que é mais diferente do jogo e que acaba sendo mais emocionante são as missões.

 

O que vocês acharam do jogo? Se ainda não testou baixe já para testar! É gratuito.

Piratas do Caribe – Crítica com Spoiler!

Em 06.08.2017   Arquivado em Cinema, Destaque, Resenha


Sinopse
:  O capitão Salazar (Javier Bardem) é a nova pedra no sapato do capitão Jack Sparrow (Johnny Depp). Ele lidera um exército de piratas fantasmas assassinos e está disposto a matar todos os piratas existentes na face da Terra. Para escapar, Sparrow precisa encontrar o Tridente de Poseidon, que dá ao seu dono o poder de controlar o mar.

Percebo que eu já fico empolgada com alguns filmes só de aparecer logos ou o nome das produtoras. Isso acontece com Harry Potter e Piratas do Caribe, por exemplo rs

Eu não sabia bem o que esperar do filme. E eu sinceramente demorei para descobrir que ia ser lançado o 5º filme. Soube apenas quando lançaram o trailer no cinema. Tive uma surpresa quando já no início do filme, o nosso querido e amado Will Turner (Orlando Bloom) apareceu à bordo do navio Holandês Voador*. Eu não tinha visto nem no trailer nem outras notícias que mostravam que o Will apareceria. Quando eu o vi no filme, minha empolgação já subiu mais.

Para quem não lembra, no terceiro filme Will mata o Davy Jones e toma seu lugar no Holandês Voador. A maldição diz que deve sempre haver um capitão no navio. 

Personagens

No início do filme temos uma daquelas cenas geniais e cômicas com o nosso mais querido Jack Sparrow. Oops, Capitão Jack Sparrow. Essa foi uma cena bem construída que deve ter exigido muito dos efeitos especiais. A cena envolve cavalos arrastando um edifício por uma cidade. Uma maneira que o nosso capitão arranjou de roubar um banco.

É nessa cena que somos introduzidos à personagem Carina (Kaya Scodelario), a feiticeira, como é chamada. Mas ela é apenas uma mulher cientista que nasceu no século errado rs

Quando eu assisti ao trailer pensei que os dois novos personagens, Henry (Brenton Thwaies) e Carina, seriam uma espécie de Will e Elizabeth (Keira Knightley), mas não é nada disso.  Eu gostei dessa personagem. Acho que ela foi bem construída. Já o Henry não fui muito fã. Eu o achei meio bobinho. Mas não sei dizer se foi realmente o personagem ou o ator…

Temos também a presença de outros personagens que já apareceram nos filmes anteriores. Como o Barbossa (Geoffrey Rush) e o Gibbs (Kevin McNally) e etc.

Salazar (Javier Bardem) é o vilão da história. A ideia do seu navio que come outros navios também foi genial. Quando a gente acha que não pode surgir outro capitão e tripulação bizarros, Piratas do Caribe vem para nos mostrar que é possível sim.

Coisas que não entendi

1. Ok. Jack matou o Salazar e a sua tripulação quando ele era mais novo. Mas o filme não explica como e porque eles ficaram daquele jeito. Quem fez a maldição? Aquele lugar já era amaldiçoado?

2. Se o Barbossa que fez aquele diário que estava com a Carina, ele já não deveria saber a localização do local onde estava o Tridente? Mas e quando a Carina falou que dirigiria movida pelas estrelas, por que ele não aceitou já que ele também acreditava no mapa das estrelas? Ele só estava fingindo que não sabia?

3. Por que o Will estava todo  . Eu achei que só ficava desse jeito quem não cumprisse o trato de levar as almas para a travessia (imagem abaixo).

4. Esse pode até parece besteira. Mas eu não consigo engolir… Por que diabos a Elizabeth estava com aquele vestido espalhafatoso? Ela não gostava de usá-los!!! E ainda depois de tudo que ela passou… Pelo que conheço da personagem ela não voltaria para aquela vida. Ainda mais que o nome dela estava manchado pela pirataria. Gente. Ela foi rainha dos piratas!!!!

5. Achei nada a ver o Barbossa morrer. Ele não tinha que se suicidar para conseguir matar o Salazar. Sério mesmo!! Acho que quiseram dar um heroísmo para ele. Espero que ele volte caso tenha outro filme… Já ressuscitaram ele uma vez, não é mesmo? hehe

Computação Gráfica e efeitos especiais

Sobre a computação gráfica do Jack mais jovem… Não achei muuito bom não. Às vezes parecia que a cara dele entortava quando ele se mexia. Poderiam ter usado a mesma tecnologia que usaram no filme do Benjamin Button com o Brad Pitt.

A voz dele também estava estranha. Estava grossa, não condizia com a idade que ele tinha na época que eles retrataram. Não acho que combinou pelo menos. Mas a voz bem grossa foi mais no início da cena. Em outras falas até que não deu para sentir tanto.

Mas no restante do filme eu gostei do efeitos especiais. Inclusive do Salazar e sua tripulação.

Ah, pergunta… E Elizabeth não ficou preocupada de o filho sumir assim por anos? Eu volto a repetir… Pelo que conheci da personagem durante 3 filmes, ela não ficaria parada lá naquela ilha não. Ela iria atrás dele se fosse preciso.

E sobre o final do filme, eu queria que o Jack tivesse se reunido com todos no final.  Quando a bússola apareceu girando achei que apontaria para a terra, mas na minha interpretação apontou para o mar, que era o lugar que ele realmente queria estar.

Disseram que o filme seria o último, mas o pós-crédito insinua uma continuação… Davy Jones pode voltar ? Será que com todas as maldições tendo sido quebradas ele voltaria como um homem normal?

Bem, especulações à parte… Apesar de algumas críticas e muitas dúvidas que surgiram enquanto eu via o filme. Eu gostei sim. Eu estava esperando menos e tive mais. Gostei da vibe de rever os personagens antigos. Isso trouxe uma lembrança gostosa para a história. Acho que os fãs da trilogia inicial foram os que mais se deliciaram com o filme. E não tem problema, sabe? As vezes as pessoas gostam mesmo é de criticar, enquanto outros gostam apenas de relaxa re assistir um filme gostoso no cinema para se entreter.

Eu indico sim, Piratas do Caribe 5. Tem problemas e furos? Tem. Mas não é algo que incomoda enquanto você assiste e não te impede de se divertir.

Você já assistiu? O que achou?

Por que assinar a Netflix?

Em 05.08.2017   Arquivado em Destaque

Faz um tempo desde que a Netflix tomou conta do mundo. E agora a gente se refere a ela como nos referíamos a TV.

Vou passar o fim de semana assistindo TV”   VERSUS  “Vou passar o fim de semana assistindo NETFLIX

Pelo menos grande parte das pessoas rs

Gente, não estou ganhando nada com essa postagem, na verdade a Netflix nem sabe que eu existo kk Mas sabe como é, as vezes a gente gosta de se declarar para as coisas que gostamos.

Acho que a inspiração deste post veio de ontem depois de eu ver uma nova propaganda da Netflix publicada na página do Facebook deles. Um vídeo onde a Clarice Falcão canta sobre a Netflix, falando sobre os filmes e séries que ela tem no catálogo. Simplesmente amei! Fiquei até cantarolando a música depois hahaha

Não sei lá fora, mas aqui no Brasil a equipe de marketing é MUITO boa. As sacadas deles são geniais. E eles conseguem fazer piada com a própria cara kk

Especial de Ano Todo – Já disponível

Posso não ter todos os títulos, mas no meio de milhares com certeza você vai gostar de algum. E talvez goste do Especial de Ano Todo que já está disponível. Pode começar ouvindo e cantando essa.

Posted by Netflix on Friday, August 4, 2017

“São mais de 5 mil títulos”… ah, o que? No Brasil é menos? “São mais de 3 mil títulos…” rsrs

E a primeira frase da música “Game of Thrones não tem”  Altas auto-crítica, ein? rs

Fora outras propagandas que eles já fizeram que eu já vi e achei demais. Segue algumas abaixo:

A Inês Brasil fazendo campanha para a estréia da nova temporada de Orange is the New Black, original Netflix

Fábio Júnior fazendo campanha para a estréia da série Santa Clarita Diet da Netflix

Eles também são muito criativos respondendo as pessoas na página do Facebook. Mas enfim, fora essa parte de marketing, vamos partir para a crítica do conteúdo que eles têm.

Eu acho que o mais forte da Netflix aqui no Brasil acaba realmente por ser as séries. Maratonar séries lá é a melhor coisa. E eu sou super satisfeita com o conteúdo que eles possuem. Mesmo que eles não tenham minha série favorita lá (Game of Thrones).

Vejo muita gente reclamar pela pouca quantidade de filmes, mas acho que aos poucos eles estão melhorando. E mesmo que não tenha sempre títulos novos, tem muitos filmes ali mais “antigos” que eu nunca vi, então sempre consigo achar algo do meu interesse.  Tanto que minha lista “do que assistir” é grandinha rs Mas estou numa fase de assistir mais séries então a lista acaba diminuindo devagar mesmo rs

O preço da Netflix também é acessível, APESAR de ter tido reajuste agora em junho. Mas do jeito que está no Brasil ultimamente, os preços todos subindo, o preço da Netflix ainda continua acessível.

Este serviço de Streaming com certeza diminuiu consideravelmente o número de pirataria. Além também de desbancar muitos canais pagos de televisão. Netflix é bom, bonito e acessível (pra não dizer barato e não quererem aumentar depois. É um preço justo).

Acho que foi uma das melhores propostas que surgiram neste meio de filmes e séries. Vocês não acham?

Se você ainda não deu uma chance para a Netflix, tenta por um mês, você não vai se arrepender!

Este post está parecendo super merchan rs mas não é. É amor mesmo rs <3

Resenha do livro “Até o fim da queda” de Ivan Mizanzuk (Editora Draco)

Em 30.06.2017   Arquivado em Destaque, Resenha
 Até o fim da queda
Até o fim da queda
Autor (a): Ivan Mizanzuk
Editora: Draco
Páginas: 244
Ano: 2014
Amazon | Submarino
Hoje trago para vocês a resenha de  “Até o fim da queda“,  livro publicado no ano de 2014 pelo autor brasileiro Ivan Mizanzuk. Este livro foi concedido em versão digital pela Editora Draco por meio da parceria do blog com a mesma (Para saber como funciona esta parceria leia este post).
 Dentro do universo ficcional do personagem Daniel Farias, é publicado um livro baseada num fato ocorrido no passado. Este é o ponto central da obra “Até o fim da queda” escrito por Ivan Mizan.

O misterioso suicídio coletivo de 7 jovens que ocorreu no ano de 1993 é o fato que ocorre no passado do universo ficcional.

Daniel Farias pesquisa sobre uma ordem secreta que opera pelo nome de “Dragão Vermelho, cujas origens remontariam a um exorcismo ocorrido no século XVI, na Espanha. Sua pesquisa tem como intuito mostrar que esta ordem estaria conectada ao suicídio coletivo de 1993.

O lançamento do seu livro ficcional que remonta à este fato, é um sucesso, mas há rumores de que muitas pessoas estariam se matando ao ler seu novo Best-Seller.

Em “Até o fim da queda”, acompanhamos as entrevistas feitas com Daniel Farias, após o lançamento do seu livro e as indagações feitas a ele sobre as possíveis mortes associadas a sua obra. Para além disso, mergulharmos nas próprias pesquisas que ele fez no seu processo de escrita.

Este livro é bem diferente do que eu estava esperando quando li a sinopse. Pensei que leria o livro que Daniel Farias, escreveu no mundo ficcional ou algo do gênero. Mas não esperava que fosse sobre o processo de escrita e as pesquisas do personagem para publicação da sua obra, ou sobre as suas entrevistas, acontecimentos e reações das pessoas sobre seu livro.

“Até o fim da queda” não possui uma narrativa com a qual a maioria das pessoas está acostumada. A linha narrativa é bastante fragmentada, como se fosse a junção de vários retalhos. Um bom exemplo disso, é uma entrevista que o personagem Daniel Farias concede para uma jornalista na televisão.  O restante transita por entre transcrições de notícias de jornais, áudios, cartas e imagens.

Por mais que seja diferente, não significa que seja negativa. O autor Mizanzuk consegue escrever de maneira fluente, tornando a leitura fácil e interessante.

Outro ponto diferente e interessante de citar, é a forma que o escritor utiliza para tornar a história mais real e ativar ainda mais a nossa imaginação. São usadas fotografias reais de pessoas para dar nome aos personagens, além de gravuras referentes às pesquisas apresentadas no livro do personagem Daniel Farias.

Quando lemos o livro e vemos as entrevistas e conversas de Daniel Farias, não temos muita certeza sobre seu caráter. Não sabemos se ele se importa realmente com as pessoas que se suicidaram e se acredita que o tenham feito por conta de sua obra, ou se ele está satisfeito com o sucesso do seu livro, independente dele ter se tornado um Best Seller em consequência da repercussão negativa que se espalhou sobre ele.

“Até o fim da queda” é classificado como “terror”, mas para mim, me parece como um livro de suspense com um quê investigativo. Certamente há “itens” que se encaixam na temática terror, mas ainda assim acredito que este termo não é o melhor ou o mais apropriado. Talvez por ser classificado assim e pela sinopse oficial apresentada, acabamos esperando algo do livro diferente da proposta original, o que pode incomodar ao longo da leitura. Mas se você tiver consciência da proposta real do livro, acredito que a leitura vai ser ainda melhor e mais completa.

Eu fico no aguardo de que o autor escreva um livro que seja “O” livro que o personagem Daniel Farias publicou na história e que levantou tantas polêmicas. Acho que seria muito interessante saber como a história foi contada e ser capaz de entender porque afetou tantos jovens. Eu ficaria interessada em comprar.

 

Página 1 de 812345678
Clique para subir