Resenha: A Bela e a Fera (2017)

Em 24.03.2017   Arquivado em Cinema, Destaque, Dicas, Resenha
A Bela e a Fera (2017) - Imagem de divulgação

A Bela e a Fera (2017) – Imagem de divulgação

E chegou a tão aguardada resenha do tão aguardado filme “A Bela e a Fera” da Disney, estrelado pela Emma Watson.

Se você já me acompanha há algum tempo aqui no blog sabe que eu já fiz uma resenha sobre outro filme da Bela e a Fera, um filme francês de 2014, estrelado por ” Léa Seydoux”. Um filme ótimo,  você pode ver a resenha clicando aqui.

Bem, a Bela e a Fera é  meu filme de princesas favorito da Disney . Eu amo o fato da Bela ser assim interessada por livros, como eu haha E eu acho lindo o ensino que o filme trás,  sobre gostar ou amar alguém para além das aparências. E minha cor favorita é  amarelo,  então não preciso nem dizer que amo o vestido da amarelo da Bela, né?

Sinopse A Bela e a Fera (2017):

A Bela e a Fera (2017)
Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela tem o pai capturado pela Fera e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade do progenitor.
No castelo ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é na verdade um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana.

 

Resenha

Para começar, o filme é maravilhoso e extremamente fiel à animação da Disney de 1991. Isso para mim e para a maioria das pessoas é um ponto super positivo. Você quer sentir a nostalgia, os sentimentos e a lembrança de quando você assistiu o filme anos atrás. Para isso a história tem que ser fiel. E essa era a proposta. De filmes e histórias  diferentes da Disney já tem outras produções, muito boas por sinal,  como o longa francês de 2014 que já mencionei lá em cima.

O filme, bem como animação também é um  musical, então você escuta as músicas e já quer sair cantando junto, porque sim, você lembra das letras,  mesmo que apenas em português. O figurino também é lindo e maravilhoso <3

Temos também o acréscimo de algumas cenas, o que torna o filme mais longo que a animação.  Cenas estas que são maravilhosas e só tem a acrescentar no filme.

Vai rolar um pouco de spoiler, só clique  se você já viu o filme ou se não se importa de saber detalhes antes de assistir.

Comentário com SPOILER, clique por sua própria conta e risco!

Temos a cena inicial mostrando o príncipe num baile e a feiticeira chegando e lhe amaldiçoando.  Na animação a história inicial é  contada apenas por meio de imagens paradas mostradas nas folhas de um livro.

Temos a cena da Bela visitando à sua antiga casa em Paris. Nesta casa ela viveu apenas quando era um bebê. Lá descobrimos o que aconteceu com a sua mãe, que morreu pela peste negra.

Efeitos especiais

Na minha opinião os efeitos especiais não deixaram  nada a desejar,  pelo contrário.  Os objetos inanimados, agora animados haha foram bem feitos. A sequência do filme em que os personagens estão servindo o jantar para a Bela, onde há a música  “Be our guest” ou ” À Vontade” em português,  foi muito bem produzida.  É  uma cena difícil de ser feita!

 

Para mim ela tem certa  similaridade com aquela cena do filme da Disney do Aladdin (1992), onde o gênio se apresenta na caverna , brilhante <3 cena igualmente  ou até  ainda mais difícil de ser reproduzida num filme.

 

 

A Fera também achei impecável e bem parecida com o original. A única coisa que me pergunto é: Será que eles não poderiam ter feito o Lumiere (Candelabro) com as feições mais parecidas com a do desenho? Acho que isso não é complicado de fazer.  Mas eles optaram por não deixar ele com cara de vela e fizeram ele numa versão de homenzinho, como se fosse um detalhe do candelabro.

A Bela e a Fera (2017)

Outro que me agoniou um pouco foi a Sra. Potts  (bule), que está bem diferente da animação. Acho que a computação gráfica podia ter melhorado e deixado mais parecido os detalhes dela. O nariz dela no desenho é a haste que segura a chaleira, já no filme os olhos,  boca e nariz são todos desenhados, que agonia haha. Mas claro que isso não é  muita coisa . Mas é  um detalhe.

A Bela e a Fera (2017)

Mas depois me peguei pensando porque eles teriam feito dessa forma, e presumi que as características que eles recriaram nesses objetos animados foi feito de uma forma a deixar eles mais parecidos com objetos do mundo real. Mas isso é só uma hipótese.

 

Atores

A Bela e a Fera (2017) - Imagem de divulgação

A Bela e a Fera (2017) – Imagem de divulgação

Emma Watson,  linda e maravilhosa atriz de quem sou fã há muito tempo porque sou viciada em Harry Potter… haha Quando eu soube que ela iria representar a Bela meu coração palpitou  e eu amei <3 ela ficou muito  bem de Bela. Eu estava louca para vê-la cantando e ela não me decepcionou.  Muita gente disse que ela não dublou bem as músicas mas eu não concordo,  não vi nenhum problema o. O

Mas não acho que é se seja o melhor dos melhores trabalhos da Emma, e falo isso com todo o amor do coração no mundo. Admito que achei ela um pouco presa, as vezes senti que ela precisava se soltar mais . Ficar mais sonhadora. Mas isso não me faz amar menos  a Bela ou a Emma ou o filme.  E muitas vezes esses detalhes que falei devem ser vistos pelo diretor, que não observou isso.

atores 2

Mas de qualquer forma eu amei a Emma como  Bela. A gente não nasce sabendo e fazendo tudo perfeito, né? As coisinhas que ela poderia ter feito melhor ela aprende com o tempo <3 E venhamos e convenhamos,  ela é perfeita pro papel . Muita gente diz que ela  escolheu errado, que deveria ter aceitado “La La Land” ao invés de ” A Bela e a Fera”. Eu discordo totalmente, ela combina muito mais com esse filme.  Só por causa que a Emma Stone (muito divina também por sinal) ganhou o Óscar?  A Emma mesma disse que não se importa com ganhar o Óscar ou não,  contanto que ela faça algo que ela gosta.

A Fera também não decepcionou, com o ator “Dan Stevens”, junto com a  computação gráfica.  Ele me convenceu totalmente. É  engraçado,  acredite ou não , quando eu era criança eu sempre gostei mais da Fera como Fera do quê como príncipe haha sempre que ele se transformava em príncipe eu achava ele feio rs ele tinha um pé bem grande e estranho kkk Ainda não decidi porém como me sinto sobre a Fera quando se transforma em príncipe no longa.

Destaques do filme

O grande destaque deste filme, porém,  na minha humilde opinião, foi do ator “Luke Evans”, como Gaston. Meu Deus,  o que foi essa atuação mais que perfeita ? Ele encarnou o personagem, se duvidar até melhor que a versão da animação.  Palmas e prêmios para ele!! E que voz  ein! Mas quem não lembra dele, ele já participou do terceiro filme da trilogia “O Hobbit”.

A Bela e a Fera (2017) - Imagem de divulgação

A Bela e a Fera (2017) – Imagem de divulgação

Outro que também merece destaque é  o ator “Josh Gad ” que interpretou o Le Fou. Também adorei a atuação e a voz dele ! Depois vamos falar lá na frente sobre a controvérsia que rolou sobre esse personagem,  do fato de a Disney ter insinuado super ultra e mega discretamente que ele é  gay.

A cena na taverna deste dois atores cantando foi simplesmente  brilhante <3

 

Batendo de frente com as críticas

Vi uma imagem circulando no Facebook onde a Bela era retratada como a Fera (Imagem abaixo), ou seja a história seria ao contrário.  Então as pessoas estavam questionando  “ah, e se a Bela fosse a fera? O príncipe ia gostar dela? “. Eu digo, IA SIM.

A Bela e Fera (2017)

Autor desconhecido!

A feiticeira justamente amaldiçoou o príncipe porque ele não se preocupava com os outros e ele julgava todos pela aparência.  Então ele teve que aprender da maneira mais difícil para mudar isto. Porque é justamente isso que trata a Bela e a Fera. O aprendizado do príncipe em perceber o que realmente importa.

E se formos inverter os papéis então temos que inverter tudo. Ou seja, a Bela teria que ter as mesmas características iniciais que o príncipe  tinha na versão original e o príncipe teria que ter as características da  Bela. Ela também teria que se preocupar com as aparências  e aí então feiticeira lhe lançaria a maldição e ela aprenderia o ensinamento.

Eu entendi o questionamento das pessoas, mas não concordo.  Sou feminista e acho que estão distorcendo o significado do filme. Porque ele justamente busca quebrar a questão do padrão de beleza exterior.

Sobre o Le Fou.

A Bela e Fera (2017)

Que escândalo ridículo sobre este personagem ser gay ou não.  É  muito, mas muito discreto, não sei nem se eu teria percebido se não tivessem falado. Tem uma cena de um segundo mais para o fim que aparece o Le Fou dançando com um outro cara.  Eu nem vi isso, quem viu foi meu irmão aí ele me falou.  Vou ter que prestar atenção quando eu assistir de novo.

Síndrome de Estocolmo

Outra crítica que andaram fazendo foi de que a Bela teria Síndrome de Estocolmo. A Síndrome de Estocolmo é uma síndrome onde as vítimas de um sequestro passam a se identificar com seu sequestrador. Mas na minha opinião não é o caso da Bela. Ela mantém sua opinião forte a respeito da Fera, ela se impõe e até recusa a jantar com ele. Só depois quando ela é salva dos lobos por ele que ela se permite sentir alguma empatia. Na verdade ela não o deixa lá para morrer na floresta. Ela simplesmente é humana. Quem deixaria outra pessoa para apodrecer na floresta?

A Bela continua a bater de frente com a Fera, porque ela não aceita ele ser rude. Até que ele percebe que não pode ser a Fera para sempre, voltando a descobrir o ser humano que há tanto tempo ele perdeu dentro de si, e ainda se tornar melhor do que ele era. Com o resgate da parte humana dentro dele, ele passa a tratar a Bela melhor. A partir do momento que ele a trata melhor, obviamente ela também responde melhor a ele. Surge uma amizade.

A própria Emma Watson respondeu sobre essas acusações sobre a Síndrome de Estocolmo. Veja no player abaixo:

Mas enfim.  O filme merece nota 10. Espetacular e eu super, ultra indico. Está na minha lista mental de filmes favoritos. Vou até ver novamente no cinema. E você o que achou ? Já assistiu?  Compartilha aqui com a gente, adoro ler seus cometário *-*

Confira o trailer abaixo:

Aliados – Resenha

Em 16.03.2017   Arquivado em Cinema, Destaque, Dicas, Resenha
Aliados - Resenha

Imagem de divulgação – Aliados

Segunda Guerra Mundial. Espionagem. Amor. Traição. O filme “Aliados” tem tudo disso.

Eu amo filmes que se passam na Segunda Guerra Mundial. Então assim que eu vi o trailer de “Aliados” eu me interessei de cara.

Fiquei entusiasmada, mas vi críticas dizendo que seria um novo “Sr. e Sra. Smith”.  Eu não tenho nada contra esse filme estrelado pelo Brad Pitt e a Angelina Jolie (2005), mas aparentemente muita gente tem haha
Mas apesar de não ser contra, eu não estava esperando por um filme de ação do tipo Sr. e Sra. Smith, porque o próprio trailer  me mostrou uma pegada diferente, estava esperando um suspense.  No fim eu estava certa. “Aliados” não tem nada a ver com que as críticas que eu vi.

Em meio a um cenário de Guerra, os personagens, Max Vatan (Brad Pitt) e Marianne Beausejour (Marion Cotillard), ambos espiões desconhecidos até então um do outro, se encontram numa missão onde devem matar o embaixador nazista no Marrocos.

Durante esta missão ambos se apaixonam e acabam se casando depois na Inglaterra. O ponto de suspense e questão principal,  é quando mais tarde os chefes de Max lhe confrontam a respeito de sua mulher, alegando que na verdade ela é uma espiã alemã.

O filme se desenrola mais a partir daí, nos deixando na dúvida se Marianne Beausejour é realmente uma espiã alemã ou se esse argumento nada mais é que um teste de carreira para o Max.

Opinião – Aliados

Aliados - Resenha

Imagem de divulgação – Aliados

Na minha opinião o filme demora para chegar na questão principal da trama, o que consome praticamente metade do filme. O interesse do espectador é despertado novamente quando Max começa a desconfiar da esposa e ao mesmo tempo tenta provar que ela é inocente.

 Acredito também que ambos os atores poderiam ter sido melhor explorados pelo diretor. Seja explorando a característica pessoal de cada um, bem como o relacionamento deles como casal. A relação dos dois é “atropelada” por um pulo no tempo, de 3 anos, não mostrando o desenvolvimento de amor do casal.  Mas ainda assim a atriz Marion Cottilard dá um show de atuação, sempre gostei do trabalho dela. E aqui ela nos põe realmente em dúvida sobre que lado está, mas nós apenas saberemos no fim do filme. Sem spoilers aqui gente.

O desfecho da trama é muito bom e colabora para a qualidade do filme em si. O longa é ótimo, é interessante de se ver, te prende do início ao fim, apesar de ainda assim não ser uma produção do tipo memorável.

14 coisas que aprendi durante meu intercâmbio na Irlanda

Em 15.03.2017   Arquivado em Auto ajuda, Destaque, Listas, Reflexão, Viagens
Intercâmbio Dublin - Irlanda (2016)

Phoenix Park – Dublin/Irlanda (Intercâmbio 2016) – Fotografia Gabriela Mitozo

Há um ano, dia 14/03/2016 eu pisei pela primeira vez em Dublin – Irlanda. Ou seja, hoje faz exatamente um ano que cheguei lá. Foram oito meses de muito aprendizado. Agora já de volta ao Brasil quero compartilhar um pouquinho com vocêsdo que aprendi nesta maravilhosa ilha esmeralda.

1.As coisas acontecem no tempo que devem acontecer. Paciência.

A gente fica triste, com raiva, fica chateado mas as coisas realmente acontecem no momento que devem acontecer. Podemos negar por anos, mas quando a “coisa” acontece e olhamos para trás, vemos porque tudo aconteceu como aconteceu. Que o momento certo não era aquele que você queria, mas ele aconteceu quando era pra ser.

Depois de eu fazer um intercâmbio para Córdoba – Argentina (2011), quis muito fazer outro, então durante minha faculdade eu fiquei tentando bolsas e mais bolsas e até o Ciência sem Fronteiras, nenhuma dava certo. Até que tudo se encaminhou para eu viajar para a Irlanda em 2016 com o meu irmão. E foi a melhor coisa que poderia ter acontecido. Foi um intercâmbio maravilhoso e cheio de aprendizado. E ainda por cima conheci uma pessoa super especial, meu namorado <3

2. A diversidade cultural é linda. Saber respeitar as diferenças é mais bonito ainda.

Quantas pessoas diferentes conhecemos na vida não é mesmo? E nesse intercâmbio não foi diferente, conheci muita gente, conheci gente do Brasil e de outros países, e cada lugarzinho é diferente e tem suas culturas diferentes. Nós devemos abrir a mente e respeitar uns aos outros e isso é lindo.

Assuntos polêmicos como comer carne de cachorro ou outros tópicos são temas que sim aparecem no dia a dia e na sala de aula. Deve portanto haver respeito. Coloque-se no lugar do outro. O simples ato de cumprimentar as pessoas com um beijo no rosto que é muito comum no Brasil, não é nada comum lá fora.

3.Para tudo se dá um jeito.

Quantos perrengues não passei no intercâmbio? Sim, nem tudo são flores (mas isso é tópico para outro post). Nós quebramos a cabeça, choramos e nos angustiamos mas de alguma forma conseguimos contornar determinada situação e ficar bem.

Quase fiquei sem casa em Dublin (umas duas vezes). Numa delas consegui ficar morando num hotel por 2 meses por indicação de uma  pessoa que trabalhava na minha escola de inglês (thank you so much, Paula <3 ).

4.Pense primeiro em você, não espere pelos outros.

 Eu sempre penso muito nos outros e esqueço de pensar em mim, então essa lição para mim foi valiosa. Já levei incontáveis “tapas” na cara por conta disso, no intercâmbio não foi diferente haha  As pessoas fazem tudo de acordo com a necessidade delas. E na verdade elas estão certas. Só que eu não fazia o mesmo que elas.

5.Dinheiro é necessário para viver.

Isso é óbvio haha No mundo capitalista é SUPER óbvio. Mas é que eu vi em mãos como não tem jeito. Se você quer ter uma vida tranquila, viajar, sair, estudar, você precisa de dinheiro. Infelizmente é a realidade do mundo de hoje. Apesar de eu já administrar meu dinheiro e já ter feito também isso no meu intercâmbio para Córdoba (Argentina), dessa vez eu tive que ter contato com a vida real (de adulto haha), casa, comida, lazer… E não é fácil, ainda mais em euro hahaha

6. Quem procura sempre alcança.

Quantas pessoas no intercâmbio na Irlanda eu não vi correrem atrás de emprego e conseguirem? Aconteceu o mesmo comigo… Eu falei comigo mesma: Vou conseguir um emprego, vou andar por tudo e entregar meu currículo. Até que eu consegui.

7. Sempre se ponha no lugar dos outros.

Quando você se relaciona com as outras pessoas você deve sempre pensar em se colocar no lugar do outro. Como você gostaria que te tratassem? Então faça o mesmo pelos outros.

8. As pessoas trabalham duro para servi-lo.

Eu já sabia como as pessoas são trabalhadoras e dedicadas e como o trabalho é duro em locais como lojas, restaurantes e etc, mas eu passei por isso em primeira mão e a experiência foi transformadora. Por mais que você já respeitasse e tudo mais, você com certeza passa a olhar as pessoas com outro olhar e você  respeita ainda mais quem está ali trabalhando para lhe ajudar ou lhe servir.

9. Neste mundo, cheio de desonestidade, muitas pessoas são oportunistas e tiram vantagem de você.

 Não podemos ser bobos. Tem muita, muita gente desonesta no mundo. E não se engane, existe gente de má fé em todos os lugares. Não acredite na conversa fiada de que só no Brasil existem problemas.
Eu passei por perrengues em Dublin quando arranjei um trabalho de garçonete num pub, trabalhei horas e horas com meu chefe me explorando. Não ganhei quanto deveria ganhar. Aprendi muito com essa experiência.

Mas os detalhes também ficam para um post mais para frente 🙂

10. Aproveite cada momento.

Phoenix Park - Dublin (Irlanda)- (Intercâmbio 2016)

Phoenix Park – Dublin/Irlanda (Intercâmbio 2016) – Fotografia Gabriela Mitozo

 

 Isso parece bastante óbvio, mas nem sempre é assim. Temos que curtir muito cada segundo da vida! O intercâmbio passou muito rápido!!! Hoje faz exatamente um ano que eu fui! Já passou! O que eu tenho agora são apenas as memórias (e as fotos) que guardo desses momentos únicos. Mas a vida também não é única? Então devemos transferir esse ensinamento para todos os dias da nossa vida.

11. Olhe ao redor para tudo e para todos sempre como se fosse a primeira vez.

Quando chegamos num lugar novo tudo é lindo e belo e é novidade. E isso é uma delícia. Mas devemos praticar fazer isso todos os dias da nossa vida. Olhar com o olhar de uma criança. Repare bem como as crianças olham tudo com curiosidade e admiração, tudo é um mundo novo. A vida desse jeito é mais bela <3

12. Você não vai resolver seus medos, dúvidas ou inseguranças só porque viajou para outro lugar.

Muita gente acha que ao viajar vai conseguir resolver seus problemas e questionamentos de vida. Que conseguir decidir o que quer da vida. Vi muito isso por lá. Inclusive eu pensava que eu teria um pouco de clareamento sobre dúvidas em relação à carreira e do que realmente gosto. Mas não é a viagem que vai te fazer mudar ou pensar diferente, é você e apenas você, não importante onde.

13. A arte de se adaptar a situações novas é algo incrível.

Se você vai viajar para outro país já tem que ter em mente que vai ter que se adaptar. E é muito engraçado como essas coisas acontecem. Tive que me mudar algumas vezes de casa enquanto morei na Irlanda. Por mais que no início eu não tivesse gostado do lugar, no fim eu já tinha me adaptado e não queria mais sair rs

14. O mundo é lindo . Todos deveria viajar ou fazer intercâmbio.

Os lugares lindos que vemos nos livros de História são reais!!! hahaha Óbvio que eu sabia disso, mas é que parece algo tão distante e quando você chega lá… É tão lindo. E mais lindo ainda ao vivo <3 Todos deveriam ter esta experiência enriquecedora.

Irlanda - Cliffs of Moher (Intercâmbio 2016)

Irlanda – Cliffs of Moher (Intercâmbio 2016) Fotografia por Gabriela Mitozo

 

Você já fez intercâmbio? Aprendeu mais coisas? Se identificou alguma? Se ainda não fez, pretende fazer? Dou total apoio. É uma das melhores coisas que você pode fazer . Saia, vá conhecer o mundo, abra suas asas, abraça sua mente <3

Feliz dia de luta e reflexão. Feliz dia internacional da mulher.

Em 09.03.2017   Arquivado em Destaque, feminismo, Reflexão

Quero sair na rua sem ter medo de ser assediada.

Quero poder vestir um vestido, short, saia ou calça legging sem ouvir um assobio, grito ou olhada provocativa.

Quero ir trabalhar numa empresa privada sem a preocupação de talvez ser demitida caso eu fique grávida mais de uma vez.

Quero andar na rua de noite e dia sem ter medo de ser estuprada.

Quero cuidar da limpeza de casa e alimentação não por ser “trabalho de mulher”, mas por ser um trabalho que deve ser feito mutuamente entre eu e meu marido/namorado/companheiro.

Quero que os homens me respeitem todos os dias e não só quando eu tiver com um homem ao meu lado.

Quero salário igualitário.

Quero deixar de ter que seguir um padrão de beleza imposto pela mídia.

Quero ser vista como um ser humano, não como um objeto sexual.

Quero que os homens entendam que quando eu digo “não”, é “não.

Quero ter os mesmos direitos que os homens têm.

Quero que os homens tenham os mesmos direitos que a mulheres têm.

Quero igualdade.

Quero amor ao próximo.

Quero respeito.

Será que querer isso é demais?

Feliz dia de luta e reflexão.

Feliz dia internacional da mulher.

 

Vamos falar de… Perfeccionismo

Em 06.03.2017   Arquivado em Auto ajuda, Destaque, Pessoal, Reflexão

Será que você é perfeccionista?

  • Você sente como se você não fosse bom em nada?
  • Você deixa de fazer algum projeto, apresentação ou outra coisa porque você AINDA não se sente bom suficiente para fazer aquilo?
  • Você diz que tal tarefa ainda não está pronta para ser executada porque ela ainda não está boa o suficiente, mas na sua cabeça você acredita que se dominá-la um pouco mais aí sim um dia você vai conseguir finalmente executar a tal tarefa?
  • Esse um dia que você diz que vai se sentir seguro parece não chegar nunca?
  • Você se sente frustrado com os seus objetivos que não parecem estar se realizando ou estão demorando de mais para evoluírem?
  • Você se preocupa constantemente com o que os outros vão pensar de você?
  • Você tem medo de falhar?
  • Você não se importa de ver outras pessoas cometendo erros ou falhando, mas quando se trata de um erro cometido por você, não há perdão?

Você se identificou com  os itens acima? Bom, então você deve ser perfeccionista. Eu sou perfeccionista e é exatamente do jeito que descrevi nos tópicos acima que eu me sinto.

No perfeccionismo nós queremos realizar bem as tarefas que fazemos e ao mesmo tempo temos medo das consequências que uma tarefa que não foi bem executada irá trazer para nós.

Então enquanto estamos no processo de fazer a tarefa já estamos pensando nas consequências caso não a executarmos “apropriadamente”.

Você consegue enxergar o problema disso?

Pense comigo:

Enquanto você quer dar o melhor de sim numa tarefa, você está preocupado com uma coisa no futuro que é incerta. Ou seja, você não está dando total dedicação à aquilo que está executando, porque seu pensamento está no futuro.

Você não está concentrado 100% no momento, no agora.

Então o próprio medo de executar mal uma tarefa, faz você não dar o seu melhor naquele momento pois você não deu o seu 100% na hora que precisava.

DAR o seu 100% porém, não é PERFEIÇÃO. Não é fazer as coisas PERFEITAS. Mas sim fazer as coisas da melhor forma que você puder.

Mas Gabriela, eu achei que o perfeccionismo era algo bom. Algo positivo.

Bem, depende muito do seu perfeccionismo. Ou do que você entende por perfeccionismo. A meu ver:

  • O perfeccionismo é ruim quando não te deixa suceder nos seus objetivos.
  • O perfeccionismo é ruim quando te deixa deprimido e frustrado.
  • O perfeccionismo é ruim quando te torna uma pessoa indecisa porque você tem medo de tomar decisões já que ao escolher um lado você pode ter feito a escolha errada.
  • O perfeccionismo é ruim quando você deixa de se expor ou tomar riscos porque tem medo de falhar e você ser visto de forma negativa.

Tá bom, Gabriela. Entendi. Mas e então o que eu faço?

Eu não tenho ainda uma resposta boa para isso porque eu também estou no processo de vencer esse perfeccionismo que me deprime e me deixa ansiosa. Escrever aqui no blog é uma forma de ajudar a mim e a outras pessoas que estão na mesma situação que eu ou que de certa forma se identificam com algumas coisas que são colocadas aqui.

E o meu plano é exatamente compartilhar com vocês e ouvir de vocês para que de forma mútua consigamos ajudar um ao outro.

Então proponho um primeiro exercício para a gente.

  • Se concentre no aqui e agora nas tarefas que você estiver realizando.

Vai ser difícil? Vai. Eu mesma já fiz esse exercícios várias vezes mas não cheguei na meta final que é  chegar num ponto que passe a ser natural.  Eu já consigo às vezes, quando me lembro de não ficar me atormentando durante alguma atividade com pensamentos do tipo: E se eu não conseguir? Será que eu termino até o final do ano? E se não ficar bom?

Mas é difícil. Mas não é impossível. Se você for escrever um texto, treinar algum instrumento, dança ou qualquer outra coisa que enalteça seu lado perfeccionista, tente observar se você está preocupado se aquilo vai ficar perfeito ou não.

Se observar esses pensamentos aparecerem, tente tirá-los da cabeça pelo simples ato de se concentrar ainda mais no que você está fazendo. Repita isso quantas vezes forem necessárias. Porque sim, seu cérebro vai voltar a bater na mesma tecla.

Isso ajuda também na ansiedade. Que na minha opinião está atrelada com o perfeccionismo. Mas isso é assunto para outro post.

E aí? Você vai me acompanhar nessa jornada? Vamos controlar nosso perfeccionismo e melhorar nossa qualidade de vida juntos? 🙂

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